HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2022
Considera-se alteração fisiológica da gravidez, exceto:
Hiperpigmentação na gravidez = hormônios estrogênio/progesterona e MSH, NÃO hormônio tireoidiano.
A hiperpigmentação localizada na gravidez (melasma, linha nigra) é uma alteração fisiológica comum, mas é causada principalmente pelo aumento dos níveis de estrogênio, progesterona e hormônio estimulador de melanócitos (MSH), e não pelo hormônio tireoidiano.
A gravidez induz uma série de profundas alterações fisiológicas em praticamente todos os sistemas do corpo materno, visando sustentar o desenvolvimento fetal e preparar a mulher para o parto. É fundamental para residentes e estudantes de medicina compreender essas adaptações para diferenciar o fisiológico do patológico. Entre as alterações fisiológicas, destacam-se: o aumento do débito cardíaco e do volume sanguíneo no sistema cardiovascular; o aumento da filtração glomerular e do fluxo plasmático renal; e o aumento dos níveis de fatores de coagulação, como o fibrinogênio, que confere um estado de hipercoagulabilidade. No sistema gastrointestinal, é comum a diminuição do esvaziamento gástrico e da motilidade intestinal, contribuindo para sintomas como náuseas, vômitos e constipação. A hiperpigmentação localizada, como o melasma (cloasma gravídico) e a linha nigra, é uma alteração dermatológica fisiológica comum na gravidez. No entanto, ela é causada pelo aumento dos níveis de estrogênio, progesterona e, principalmente, do hormônio estimulador de melanócitos (MSH), e não pelo hormônio tireoidiano. A compreensão dessas mudanças é vital para o manejo adequado da gestante e para evitar intervenções desnecessárias ou diagnósticos errôneos.
A hiperpigmentação na gravidez, como o melasma e a linha nigra, é causada principalmente pelo aumento dos níveis de estrogênio, progesterona e do hormônio estimulador de melanócitos (MSH), que estimulam a produção de melanina.
Na gravidez, ocorre um aumento significativo da filtração glomerular (TFG) e do fluxo plasmático renal, resultando em uma diminuição dos níveis séricos de ureia e creatinina. Isso se deve a alterações hemodinâmicas e hormonais.
A gravidez leva a um aumento do débito cardíaco (devido ao aumento do volume sanguíneo e da frequência cardíaca), diminuição da resistência vascular sistêmica e aumento do volume sanguíneo. Essas adaptações visam suprir as necessidades da unidade uteroplacentária.
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