Fibrose Pulmonar no Lúpus: Diagnóstico e Evolução

SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2025

Enunciado

Mulher, 30 anos de idade, com diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico há 5 anos, comparece ao ambulatório de reumatologia com queixa de dispneia progressiva há 2 meses, acompanhada de dor torácica pleurítica e tosse seca. Relata episódios intermitentes de febre baixa e fadiga. Ao exame físico, apresenta murmúrios vesiculares diminuídos nos campos pulmonares inferiores e leve taquipneia. A radiografia de tórax revela opacidades bilaterais difusas. Os exames laboratoriais mostram proteína C-reativa e velocidade de hemossedimentação elevadas e baixos níveis de complemento. A paciente está em tratamento com hidroxicloroquina e prednisona em doses baixas.\n\nDiante do caso, identifique, entre as listadas, a complicação mais frequentemente associada à doença diagnosticada, caso não ocorra o tratamento adequado:

Alternativas

  1. A) Fibrose pulmonar.
  2. B) Hipertensão pulmonar.
  3. C) Hemoptise.
  4. D) Pneumotórax espontâneo. Situação-Problema: Questões de 34 a 36. Homem, 59 anos de idade, em hemodiálise há 18 meses devido à doença renal crônica secundária à diabetes mellitus tipo 2. Durante os últimos três meses vem se queixando de fadiga crescente, câimbras musculares e dor óssea. Exames laboratoriais revelam hemoglobina: 8,9 g/dL, PTH intacto: 850 pg/mL, cálcio sérico: 7,8 mg/dL, fósforo: 6,1 mg/dL.

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