UniEVANGÉLICA - Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2015
Um plantonista está em um local devidamente equipado para atender emergências, onde vários adolescentes realizam uma prova. De repente, um adolescente cai no chão, inconsciente, sem respiração e sem pulso central palpável. Rapidamente o plantonista chega ao local. O monitor instalado demonstra ritmo de fibrilação ventricular. A conduta adequada nesse caso é:
FV em adolescente → Desfibrilação 2 J/kg imediata, seguida de RCP com compressões.
Em casos de parada cardiorrespiratória por fibrilação ventricular em adolescentes, a desfibrilação precoce é a intervenção mais crítica para reverter o ritmo. A dose inicial recomendada é de 2 J/kg, seguida imediatamente por compressões torácicas e ventilações, conforme as diretrizes de PALS.
A fibrilação ventricular (FV) é uma das causas de parada cardiorrespiratória (PCR) em adolescentes, embora menos comum que a assistolia ou atividade elétrica sem pulso. É crucial reconhecer a FV como um ritmo chocável, o que implica a necessidade de desfibrilação imediata para restaurar a atividade elétrica organizada do coração. A rápida identificação e intervenção são determinantes para o prognóstico. A fisiopatologia da FV envolve uma atividade elétrica cardíaca caótica e desorganizada, impedindo a contração ventricular eficaz e, consequentemente, o bombeamento de sangue. O diagnóstico é feito pela análise do ritmo no monitor cardíaco. Em um cenário de PCR, a suspeita de FV deve levar à rápida conexão do paciente a um desfibrilador. O tratamento da FV em pediatria segue as diretrizes de Suporte Avançado de Vida em Pediatria (PALS). A conduta primordial é a desfibrilação com 2 J/kg, seguida imediatamente por ciclos de compressões torácicas e ventilações (RCP). A cada 2 minutos de RCP, o ritmo deve ser reavaliado. Drogas como epinefrina e amiodarona podem ser consideradas após os choques iniciais, mas a desfibrilação é a intervenção mais eficaz.
Os sinais incluem inconsciência súbita, ausência de respiração e pulso central palpável. A confirmação é feita pelo monitor cardíaco que mostra um ritmo caótico e irregular, sem ondas P ou QRS definidos.
A dose inicial recomendada para desfibrilação em pediatria é de 2 J/kg. Se o primeiro choque não for bem-sucedido, as doses subsequentes podem ser escalonadas, geralmente para 4 J/kg.
A fibrilação ventricular é um ritmo de parada cardíaca chocável, e a desfibrilação é a única intervenção capaz de reverter esse ritmo para um ritmo perfusão. O atraso na desfibrilação reduz significativamente as chances de sucesso e sobrevida.
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