SMS Piracicaba - Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba (SP) — Prova 2022
Atualmente são considerados medicamentos úteis no tratamento da fibrilação ventricular:
No tratamento da FV/TV sem pulso, após desfibrilação, Epinefrina, Amiodarona e Lidocaína são os medicamentos chave.
No algoritmo de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS) para fibrilação ventricular (FV) ou taquicardia ventricular (TV) sem pulso, a desfibrilação é a intervenção primária. No entanto, a epinefrina é administrada para vasoconstrição e melhora da perfusão coronariana, e a amiodarona ou lidocaína são antiarrítmicos usados para estabilizar o ritmo após choques.
A fibrilação ventricular (FV) e a taquicardia ventricular (TV) sem pulso são ritmos de parada cardiorrespiratória que exigem intervenção imediata e coordenada, seguindo o algoritmo de Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A desfibrilação elétrica é a pedra angular do tratamento, sendo a única terapia capaz de reverter esses ritmos caóticos. No entanto, a farmacoterapia desempenha um papel crucial no suporte e na estabilização do paciente. A epinefrina é o vasopressor de escolha, administrada a cada 3-5 minutos durante a reanimação. Seu principal mecanismo de ação é a vasoconstrição periférica, que aumenta a pressão de perfusão coronariana e cerebral, otimizando o fluxo sanguíneo para órgãos vitais durante a RCP. Ela não é um antiarrítmico, mas melhora as condições para que o coração responda à desfibrilação. Os antiarrítmicos, como amiodarona e lidocaína, são utilizados após a falha de múltiplos choques e a administração de epinefrina. A amiodarona é o antiarrítmico de primeira linha, atuando em múltiplos canais iônicos para prolongar o potencial de ação e o período refratário. A lidocaína é uma alternativa, especialmente se a amiodarona não estiver disponível ou for contraindicada. Ambos visam suprimir a atividade ectópica ventricular e facilitar a manutenção de um ritmo sinusal após a reversão da FV/TV.
A principal intervenção é a desfibrilação elétrica imediata, que é a única forma de reverter esses ritmos de parada.
A epinefrina é um vasopressor que aumenta a pressão de perfusão coronariana e cerebral, melhorando as chances de retorno à circulação espontânea, sendo administrada a cada 3-5 minutos durante a RCP.
Amiodarona ou lidocaína são antiarrítmicos de primeira linha, administrados após a falha de múltiplos choques e epinefrina, para ajudar a estabilizar o ritmo e prevenir a recorrência da arritmia.
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