Fibrilação Atrial: CHA2DS2-VASc e Risco Tromboembólico

FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2017

Enunciado

Homem hipertenso de 78 anos dá entrada no pronto-socorro com queixas de batedeira e dispneia súbita, mesmo ao repouso; nega dor precordial, com evolução de cerca de 4h. Exame físico PA = 150 x 95 mmHg; FC = 135 bpm; T= 36,5ºC; FR = 24 irpm; oximetria de pulso (ar ambiente) = 96%; pulmões sem ruídos adventícios; coração: bulhas arrítmicas, hipofonéticas, não são auscultados sopros. Membros: edema maleolar +/4+, com perfusão imediata. O paciente traz consigo exames ambulatoriais recentes mostrando cavidades cardíacas e fração de ejeção normais e ECG em ritmo sinusal, com sobrecarga atrial esquerda. ECG realizado no momento da admissão. (Conforme imagem do caderno de questões) Com relação ao caso, marque a alternativa INCORRETA: 

Alternativas

  1. A) A cardioversão química é uma estratégia terapêutica aceitável para este paciente nas primeiras 48h de tratamento. 
  2. B) Indicar anticoagulação com inibidores da vitamina K, mantendo RNI entre 2,0 e 3,0.
  3. C) As alterações eletrocardiográficas prévias à esta internação aumentam consideravelmente o risco embólico do paciente segundo critérios do CHA2DS2-VASc, visto praticamente dobrarem o risco segundo esses critérios.
  4. D) A heparina não-fracionada endovenosa deverá ser utilizada mantendo-se o T TPA de 1,5 a 2 vezes o valor de referência. 
  5. E) O ecocardiograma transesofágico poderá ser utilizado como alternativa à anticoagulação antes da cardioversão.

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