Manejo da Fibrilação Atrial Estável: Controle de FC e ECO-TE

HFCF - Hospital Federal Cardoso Fontes (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Mulher, 77 anos, natural e procedente de São Paulo admitida na unidade de emergência do Hospital Casa de Portugal, refere há aproximadamente 4 horas quadro de palpitações, taquicardia, discreta tontura e dispneia leve. Nega dor torácica e sincope. Afirma episódios curtos, semelhantes e recorrentes há 5 meses. Historia de HAS e DM. Apresentou HDA há 8 anos por uso de AINH. Exame físico : BEG, corada, hidratada, acianótica, anictérica e afebril. PA=172 X 90 mmHg FC= 170 bpm FR=16 ipm SaO2=99%. Ausculta cardíaca: ritmo irregular, BNF, sem sopros, ictus desviado a 2 cm da LHCE. Pulmões: MV+ com estertores em bases bilaterais. Abdome: inocente. RHA +. Pulsos: presentes e simétricos bilateralmente. MI: edema +/4+ bilateral. ECG: FA com alta resposta ventricular. Qual a conduta inicial a ser adotada nesse momento?

Alternativas

  1. A) Reverter de forma elétrica imediatamente a FA, uma vez que o paciente apresenta instabilidade hemodinâmica.
  2. B) Reversão elétrica ou química imediata devido à instabilidade clinica
  3. C) Controlar inicialmente a FC e avaliar com ECO-TE a possibilidade de reversão após descartar a presença de trombo
  4. D) Controlar inicialmente a FC e reverter a FA após, sem necessidade de ECO-TE por tratar-se do primeiro episódio.

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