Fibrilação Atrial de Alta Resposta: Manejo na Emergência

UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2018

Enunciado

Homem, 64 anos, há 15 dias com dispneia progressiva, no momento, aos pequenos esforços. Apresenta antecedentes de hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2 e episódio de isquemia cerebral transitória há 4 anos. Apresenta-se na unidade de emergência com FC= 156 bpm, PA= 134/86 mmHg, FR= 20 irpm e SatO2= 95% em ar ambiente. O ritmo cardíaco é irregular e a ausculta não evidencia outras alterações. Na ausculta pulmonar, apresenta estertores finos bilaterais nos terços inferiores. Eletrocardiograma evidencia fibrilação atrial de alta resposta. A conduta inicial para esse paciente é:

Alternativas

  1. A) controle da frequência cardíaca, anticoagulação e cardioversão elétrica imediata.
  2. B) controle da frequência cardíaca, anticoagulação e cardioversão química imediata.
  3. C) por se tratar de uma fibrilação atrial aguda, não há indicação de anticoagulação.
  4. D) que a decisão quanto a controlar o ritmo ou controlar a frequência cardíaca não pode ser tomada antes de o paciente realizar um ecocardiograma transesofágico. 
  5. E) controle da frequência cardíaca, anticoagulação e diurético de alça.

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