UNCISAL - Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas — Prova 2022
Os principais sintomas do feocromocotoma são:
Feocromocitoma = ↑ catecolaminas → Taquicardia, Hipertensão paroxística, Ansiedade, Sudorese, Cefaleia.
O feocromocitoma é um tumor raro de células cromafins que produz e secreta catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), resultando em uma síndrome de hiperatividade adrenérgica. Os sintomas clássicos são a tríade de cefaleia, sudorese e palpitações, frequentemente acompanhados de hipertensão arterial (paroxística ou sustentada) e ansiedade.
O feocromocitoma é um tumor neuroendócrino raro, geralmente benigno, que se origina das células cromafins da medula adrenal ou, em casos mais raros, de gânglios simpáticos extra-adrenais (paraganglioma). Sua importância clínica reside na produção e liberação excessiva de catecolaminas, como adrenalina e noradrenalina, que levam a uma série de manifestações clínicas, principalmente cardiovasculares. A fisiopatologia envolve a estimulação adrenérgica generalizada, resultando nos sintomas clássicos: hipertensão arterial (frequentemente paroxística e grave), taquicardia, palpitações, sudorese profusa, cefaleia intensa, tremores e ansiedade. Esses episódios podem ser desencadeados por estresse, exercícios, mudanças posturais ou até mesmo palpação abdominal. O diagnóstico precoce é crucial, pois o feocromocitoma é uma causa tratável de hipertensão secundária e pode levar a complicações cardiovasculares graves se não for manejado. O tratamento definitivo é cirúrgico, mas requer preparo farmacológico pré-operatório com bloqueadores alfa-adrenérgicos para controlar a hipertensão e prevenir crises durante a cirurgia.
Os sintomas mais comuns são a tríade clássica de cefaleia, sudorese profusa e palpitações. Outros sintomas incluem hipertensão arterial (paroxística ou sustentada), ansiedade, tremores, palidez e dor abdominal ou torácica.
O feocromocitoma secreta quantidades excessivas de catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), que agem nos receptores alfa e beta-adrenérgicos, causando vasoconstrição periférica (aumento da PA) e aumento da frequência e força de contração cardíaca (taquicardia).
A natureza paroxística e a intensidade dos sintomas, especialmente a hipertensão refratária a tratamentos convencionais, devem levantar a suspeita. A dosagem de metanefrinas plasmáticas ou urinárias é o principal exame diagnóstico.
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