Febre Reumática: Duração da Profilaxia Secundária

UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Escolar feminina, oito anos, apresenta quadro febre há cinco dias, associada a dificuldade de caminhar por dor em membros inferiores. O exame físico mostra temperatura axilar de 37°C, frequência cardíaca de 132 bpm, frequência respiratória de 28 irpm e PA de 100/60mmHg. Presença de sinais de artrite em joelho direito e tornozelo esquerdo, o precórdio apresentava ictus propulsivo, ausculta cardíaca com ritmo regular, bulhas normofonéticas e sopro sistólico 2+/6 em foco mitral; ausculta respiratória e exame do abdome sem alterações. Radiografia de tórax revela área cardíaca normal e sem alterações pulmonares, e ecocardiograma mostra espessamento dos folhetos mitrais com regurgitação mitral leve. A mãe refere que a criança é saudável, exceto por ter “muita inflamação na garganta”. Diante desse quadro clínico, a profilaxia secundária que está indicada, após o tratamento inicial dessa patologia, é:

Alternativas

  1. A) penicilina G benzatina em dose única.
  2. B) penicilina G benzatina de 21/21 dias até 25 anos ou 10 anos após o último surto, valendo o que cobrir maior período.
  3. C) penicilina G benzatina de 21/21 dias até 21 anos ou cinco anos após o último surto, valendo o que cobrir maior período.
  4. D) penicilina G benzatina de 21/21 dias até os 40 anos ou por toda a vida.
  5. E) desnecessária. 

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