Febre Pós-Operatória: Manejo em Apendicectomia Complicada

HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2025

Enunciado

João, 65 anos, foi submetido a laparotomia+ apendicectomia por apendicite aguda fase 4. Na chegada apresentava 5 dias de história de dor abdominal intensa localizada no quadrante inferior direito do abdome. A cirurgia foi demorada devido ás aderências secundárias ao bloqueio local do processo infeccioso e o paciente já apresentava coleção em toda a cavidade. No 2 pós operatório foi avaliado hemograma completo realizado no dia anterior e paciente iniciou bicos febris. Apesar disso já aceitou dieta liquida e eliminou flatos. Ao exame: ausculta pulmonar normal, sem sintomas urinários, ferida operatória limpa e seca. Qual a conduta neste momento?

Alternativas

  1. A) Repetir exames laboratoriais e considerar escalonar antibioticoterapia após novos resultados.
  2. B) Coletar hemocultura e escalonar antibioticoterapia.
  3. C) Triar focos de infecção com novo hemograma, PCR, EAS e US abdome total para excluir abscesso intracavitário. Otimizar analgesia e estimular a deambulação e aguardar mais um dia para ver se a febre persiste.
  4. D) Otimizar analgesia e estimular a deambulação e aguardar mais um dia para ver se a febre persiste.
  5. E) Encaminhar novamente ao centro cirúrgico para relaparotomia.

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