HC ICC - Hospital do Câncer - Instituto do Câncer do Ceará — Prova 2025
A febre de Lassa é uma doença infecciosa aguda, em geral leve ou subclínica, mas algumas vezes grave, causada pelo vírus de Lassa, pertencente à família Arenaviridae. A febre de Lassa é endêmica em várias partes da África Ocidental. A doença é causada por um vírus transmitido por
Febre de Lassa → zoonose transmitida por roedores (Mastomys natalensis) via contato com excretas.
A febre de Lassa é uma zoonose endêmica na África Ocidental, cujo principal reservatório são roedores do gênero Mastomys. A transmissão ocorre primariamente pelo contato com urina e fezes desses roedores, que contaminam alimentos e superfícies, ou pela inalação de aerossóis.
A febre de Lassa é uma febre hemorrágica viral aguda causada pelo vírus Lassa, um arenavírus. É endêmica em países da África Ocidental, como Nigéria, Libéria, Serra Leoa e Guiné. A doença pode variar de assintomática a grave, com alta letalidade em casos severos, especialmente se não tratada precocemente. A principal via de transmissão para humanos é zoonótica, através do contato com roedores infectados, especificamente o rato Mastomys natalensis. A contaminação ocorre pela inalação de partículas virais presentes em aerossóis de excretas de roedores, ou pela ingestão de alimentos contaminados. A transmissão de pessoa para pessoa é possível, mas menos comum, ocorrendo por contato direto com fluidos corporais de pacientes infectados. A prevenção da febre de Lassa envolve o controle de roedores, a manutenção da higiene alimentar e ambiental, e o uso de precauções padrão em ambientes de saúde para evitar a transmissão nosocomial. O diagnóstico precoce e o tratamento de suporte são cruciais para melhorar o prognóstico, sendo a ribavirina um antiviral que pode ser eficaz se administrado no início da doença.
O vírus Lassa é transmitido aos humanos principalmente pelo contato com alimentos ou utensílios domésticos contaminados com urina ou fezes de roedores infectados, ou pela inalação de aerossóis contendo partículas virais.
O principal reservatório natural do vírus Lassa é o rato multimamado (Mastomys natalensis), um roedor comum na África Ocidental, que pode abrigar o vírus sem desenvolver a doença.
Sim, a transmissão de pessoa para pessoa pode ocorrer através do contato direto com sangue, urina, fezes ou outras secreções corporais de um indivíduo infectado, especialmente em ambientes hospitalares sem precauções adequadas.
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