UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2021
Sobre a infecção pelo vírus Chikungunya, é correto afirmar:
Chikungunya é transmitida por Aedes aegypti/albopictus; todo caso suspeito é de notificação compulsória.
A febre Chikungunya é uma arbovirose transmitida principalmente pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Devido ao seu potencial epidêmico e impacto na saúde pública, a notificação de casos suspeitos é compulsória, permitindo a vigilância e controle da doença.
A febre Chikungunya é uma arbovirose emergente no Brasil, causada por um alfavírus da família Togaviridae, que compartilha vetores com outras arboviroses como Dengue e Zika. A doença é caracterizada por febre alta e poliartralgia intensa, que pode se tornar crônica e debilitante em uma parcela significativa dos pacientes, impactando a qualidade de vida e a capacidade laboral. Sua rápida disseminação e o potencial de causar epidemias a tornam um problema de saúde pública relevante. A transmissão do vírus Chikungunya ocorre principalmente pela picada de mosquitos fêmeas dos gêneros Aedes aegypti e Aedes albopictus. A vigilância epidemiológica é um pilar fundamental no controle da doença, e a notificação de todo caso suspeito é compulsória, conforme portarias ministeriais. Essa medida permite o monitoramento da circulação viral, a identificação precoce de surtos e a implementação de ações de controle vetorial e educação em saúde. Para residentes, é essencial reconhecer os sintomas da Chikungunya, diferenciá-la de outras arboviroses e compreender a importância da notificação e das medidas de controle. O manejo da dor crônica associada à doença é um desafio clínico significativo, exigindo uma abordagem multidisciplinar. A prevenção baseia-se no combate ao mosquito vetor.
Os principais vetores da febre Chikungunya são os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, que também transmitem dengue e zika.
A notificação de casos suspeitos é crucial para a vigilância epidemiológica, permitindo que as autoridades de saúde monitorem a circulação do vírus, identifiquem surtos e implementem medidas de controle do vetor e prevenção.
Os sintomas mais comuns incluem febre alta, dores articulares intensas e persistentes (artralgia), cefaleia, mialgia, exantema e fadiga.
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