SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2015
Em relação à febre Chikungunya, é INCORRETO afirmar que:
Chikungunya ≠ AAS/AINEs na fase aguda (risco hemorrágico); dor articular intensa é a marca.
A febre Chikungunya é uma arbovirose com sintomas semelhantes à dengue, mas se diferencia pela intensidade das dores articulares. Na fase aguda, o tratamento é sintomático, mas o ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) são contraindicados devido ao risco de sangramento, especialmente antes de excluir dengue. Paracetamol é a droga de escolha.
A febre Chikungunya é uma arbovirose transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, com sintomas que se assemelham a outras arboviroses como a dengue. A doença é caracterizada por febre alta, exantema e, principalmente, artralgia intensa e incapacitante, que pode persistir por meses ou anos, caracterizando a fase crônica. O diagnóstico diferencial com a dengue é crucial, pois ambas as doenças podem coexistir em áreas endêmicas e apresentam sintomas iniciais semelhantes. A principal característica que diferencia a Chikungunya é a intensidade e a cronicidade das dores articulares. Na fase aguda, o tratamento é de suporte, com hidratação e analgésicos. É fundamental evitar o uso de ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) na fase aguda da Chikungunya, especialmente antes de descartar a dengue, devido ao risco de complicações hemorrágicas. O paracetamol é a droga de escolha para o alívio da febre e dor. Fatores como idade avançada e comorbidades articulares preexistentes aumentam o risco de cronificação da artralgia.
A principal diferença é a intensidade e persistência das dores articulares (artralgia) na Chikungunya, que são mais proeminentes e podem se cronificar, enquanto na dengue predominam mialgias e cefaleia.
O tratamento é sintomático, com hidratação e analgésicos como paracetamol. Ácido acetilsalicílico e AINEs são contraindicados devido ao risco de sangramento, especialmente se não houver exclusão de dengue.
Idade avançada (>45 anos), desordens articulares preexistentes e intensidade da dor na fase aguda são fatores de risco para a persistência da artralgia por meses ou anos.
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