HRAC-USP/Centrinho - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais - Bauru (SP) — Prova 2024
Os transtornos de ansiedade são as doenças psiquiátricas mais prevalentes e fatores de risco biológicos, sociais e ambientais, tem sido implicados na sua etiologia. É um fator de risco dos transtornos de ansiedade:
Inibição comportamental na infância → maior risco de transtornos de ansiedade na vida adulta.
A inibição comportamental, caracterizada por timidez, retraimento e evitação de situações novas ou sociais, é um temperamento que se manifesta precocemente e é um fator de risco bem estabelecido para o desenvolvimento de transtornos de ansiedade, especialmente ansiedade social, na vida adulta.
Os transtornos de ansiedade representam a categoria de doenças psiquiátricas mais prevalentes globalmente, afetando uma parcela significativa da população. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo uma complexa interação entre fatores biológicos, sociais e ambientais. Compreender esses fatores de risco é crucial para a prevenção, diagnóstico precoce e manejo adequado. Entre os fatores de risco biológicos e temperamentais, a inibição comportamental se destaca. Caracterizada por uma tendência a ser tímido, retraído e cauteloso em situações novas ou sociais, a inibição comportamental é um traço estável que se manifesta desde a infância e está fortemente associada a um risco aumentado de desenvolver transtornos de ansiedade, especialmente transtorno de ansiedade social, na adolescência e vida adulta. Outros fatores incluem o sexo feminino e o baixo nível socioeconômico. O reconhecimento precoce da inibição comportamental e de outros fatores de risco permite intervenções preventivas direcionadas, como o desenvolvimento de habilidades sociais e estratégias de enfrentamento. O manejo dos transtornos de ansiedade geralmente envolve psicoterapia (especialmente terapia cognitivo-comportamental) e, em alguns casos, farmacoterapia, visando reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.
A inibição comportamental é um traço temperamental que se manifesta na infância e é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de transtornos de ansiedade, como a ansiedade social, na vida adulta.
Não, o sexo feminino é consistentemente associado a uma maior prevalência de transtornos de ansiedade em comparação com o sexo masculino, sendo um fator de risco conhecido.
Sim, o baixo nível socioeconômico é um fator de risco social e ambiental implicado na etiologia dos transtornos de ansiedade, contribuindo para maior vulnerabilidade e estresse crônico.
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