PMC - Prefeitura Municipal de Curitiba / SMS (PR) — Prova 2020
São fatores de risco para desenvolvimento de pré-eclampsia:I) Primigestação.II) História prévia ou familiar de Pré-eclampsia.III) Raça branca.IV) Diabetes melitus.V) Idade maior que 35 anos.
Fatores de risco pré-eclâmpsia: primigestação, história prévia/familiar, diabetes, obesidade, HAS crônica, idade > 35 anos.
A pré-eclâmpsia é uma complicação grave da gravidez com múltiplos fatores de risco. Primigestação, história prévia ou familiar da doença e diabetes mellitus são fatores bem estabelecidos. A raça branca não é um fator de risco, e a idade > 35 anos é um fator, mas a alternativa correta inclui apenas I, II e IV da lista original.
A pré-eclâmpsia é uma síndrome hipertensiva específica da gravidez, caracterizada por hipertensão e proteinúria após 20 semanas de gestação, ou hipertensão com disfunção de órgãos-alvo na ausência de proteinúria. É uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal globalmente, tornando o reconhecimento de seus fatores de risco crucial para a triagem e manejo adequados. Diversos fatores de risco estão associados ao desenvolvimento da pré-eclâmpsia. Entre os mais importantes estão a primigestação, que representa a primeira exposição do sistema imunológico materno aos antígenos paternos, e a história prévia ou familiar de pré-eclâmpsia, que sugere uma predisposição genética ou uma resposta placentária alterada em gestações subsequentes. Condições médicas preexistentes, como o diabetes mellitus (tanto pré-gestacional quanto gestacional), a hipertensão crônica e a doença renal crônica, também aumentam significativamente o risco devido a alterações vasculares e inflamatórias. Outros fatores incluem obesidade, idade materna avançada (geralmente > 35 anos), gestação múltipla e algumas condições autoimunes. O rastreamento precoce e a identificação desses fatores permitem a implementação de medidas preventivas, como o uso de aspirina em baixas doses, e um acompanhamento pré-natal mais rigoroso para detectar e manejar a pré-eclâmpsia precocemente, melhorando os desfechos maternos e fetais.
Os principais fatores de risco incluem primigestação, história prévia de pré-eclâmpsia, história familiar de pré-eclâmpsia, diabetes mellitus (pré-gestacional ou gestacional), hipertensão crônica, doença renal crônica, obesidade e gestação múltipla.
A primigestação é um fator de risco porque o sistema imunológico materno está sendo exposto pela primeira vez aos antígenos paternos. A história familiar ou prévia de pré-eclâmpsia sugere uma predisposição genética ou uma resposta placentária alterada.
O diabetes mellitus, tanto pré-gestacional quanto gestacional, aumenta o risco de pré-eclâmpsia devido a alterações vasculares e inflamatórias que afetam a placentação e a função endotelial materna.
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