IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2025
Não é considerado fator de risco para trabalho de parto prematuro:
Multiparidade NÃO é fator de risco para trabalho de parto prematuro; infecções e comorbidades maternas ↑ risco.
A multiparidade, por si só, não aumenta o risco de trabalho de parto prematuro; na verdade, primiparidade pode estar associada a um risco ligeiramente maior devido a fatores como colo uterino mais rígido. Fatores como infecções, tabagismo, uso de álcool e comorbidades maternas são reconhecidos como importantes fatores de risco.
O trabalho de parto prematuro, definido como o início do trabalho de parto antes de 37 semanas de gestação, é a principal causa de morbimortalidade neonatal. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo desde fatores sociodemográficos até condições médicas maternas. A identificação e manejo dos fatores de risco são cruciais para a prevenção e otimização do prognóstico materno-fetal. A fisiopatologia do trabalho de parto prematuro muitas vezes envolve inflamação e infecção, estresse uterino excessivo, hemorragia decidual e estresse materno ou fetal. Condições como infecções do trato urinário, vaginose bacteriana, doenças periodontais, hipertensão gestacional e diabetes mellitus descompensado são reconhecidas por aumentar significativamente o risco. O tabagismo e o uso de álcool durante a gravidez também são fatores de risco bem estabelecidos, impactando negativamente o ambiente intrauterino. A multiparidade, ao contrário de outras condições, não é considerada um fator de risco para o trabalho de parto prematuro. Na verdade, mulheres primigestas podem apresentar um risco ligeiramente maior devido a um colo uterino mais 'virgem' e menos complacente. O manejo do trabalho de parto prematuro envolve a identificação precoce, uso de tocolíticos para inibir as contrações, corticoesteroides para maturação pulmonar fetal e, se necessário, antibióticos para profilaxia de infecção por estreptococo do grupo B.
Os principais fatores incluem infecções (como ITU), tabagismo, uso de álcool, hipertensão gestacional, diabetes mellitus, gestação múltipla, histórico de parto prematuro e anomalias uterinas.
A multiparidade não é um fator de risco para parto prematuro; na verdade, pode estar associada a um trabalho de parto mais rápido. Fatores como a primiparidade podem ter outras implicações no trabalho de parto.
A ITU pode desencadear uma resposta inflamatória sistêmica que leva à liberação de prostaglandinas e citocinas, que podem induzir contrações uterinas e amadurecimento cervical, resultando em trabalho de parto prematuro.
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