Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2022
É considerado fator de risco para osteoporose:
Tabagismo é fator de risco MODIFICÁVEL para osteoporose → ↓ densidade mineral óssea.
O tabagismo é um fator de risco bem estabelecido para osteoporose, pois afeta negativamente o metabolismo ósseo, diminuindo a densidade mineral óssea e aumentando o risco de fraturas. Outros fatores de risco incluem idade avançada, sexo feminino, deficiência de estrogênio, baixo IMC, uso de glicocorticoides e sedentarismo.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas. É uma condição de alta prevalência, especialmente em idosos, e representa um importante problema de saúde pública devido à morbimortalidade associada às fraturas. A identificação e manejo dos fatores de risco são cruciais para a prevenção e tratamento. A fisiopatologia da osteoporose envolve um desequilíbrio entre a formação e a reabsorção óssea, com predomínio da reabsorção. Fatores como deficiência hormonal (estrogênio), idade, genética e estilo de vida influenciam esse processo. O tabagismo, especificamente, acelera a perda óssea por mecanismos complexos que incluem a toxicidade direta aos osteoblastos, a redução da absorção intestinal de cálcio e a alteração do metabolismo hormonal. O diagnóstico é feito principalmente pela densitometria óssea. O tratamento e a prevenção da osteoporose envolvem modificações no estilo de vida, como cessação do tabagismo, prática regular de exercícios físicos, ingestão adequada de cálcio e vitamina D, e, quando indicado, terapia farmacológica. A compreensão dos fatores de risco é fundamental para a estratificação de pacientes e a implementação de medidas preventivas eficazes, visando reduzir o impacto das fraturas por fragilidade.
Os principais fatores de risco modificáveis para osteoporose incluem tabagismo, consumo excessivo de álcool, sedentarismo, baixa ingestão de cálcio e vitamina D, e uso prolongado de certos medicamentos como glicocorticoides.
O tabagismo prejudica a densidade mineral óssea de diversas formas, incluindo a redução dos níveis de estrogênio, a diminuição da absorção de cálcio, o aumento da degradação óssea e a interferência na formação de novo osso.
Exercícios físicos, especialmente os de impacto e de força, são considerados fatores protetores contra a osteoporose, pois estimulam a formação óssea e ajudam a manter a densidade mineral óssea.
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