SGCH - Santa Genoveva Complexo Hospitalar (MG) — Prova 2021
Devem também ser considerados outros indicativos para caracterização indivíduos com exposição frequente ao HIV, tais como os listados abaixo, indique o item errado:
Uso consistente de preservativo em práticas sexuais anais/vaginais ↓ risco de exposição ao HIV.
A repetição de práticas sexuais anais e/ou vaginais com penetração, com o uso consistente de preservativo, não é um indicativo de exposição frequente ao HIV, pois o preservativo, quando usado corretamente, é uma barreira eficaz contra a transmissão. Os outros itens listados representam comportamentos de maior risco.
A identificação de indivíduos com exposição frequente ao HIV é crucial para a implementação de estratégias de prevenção, como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), além de um rastreamento mais intensivo. Compreender os fatores de risco é fundamental para a saúde pública e a prática clínica. Entre os indicativos de maior risco estão a frequência de relações sexuais com parcerias eventuais, a quantidade e diversidade de parcerias sexuais, e um histórico de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST). Estes fatores sugerem comportamentos que aumentam a probabilidade de contato com o vírus. É importante ressaltar que o uso consistente e correto de preservativo durante as relações sexuais anais e/ou vaginais com penetração é uma medida altamente eficaz na prevenção da transmissão do HIV. Portanto, a prática sexual com preservativo não deve ser considerada um indicativo de exposição frequente ao HIV, mas sim uma estratégia de redução de risco.
Fatores incluem frequência de relações sexuais com parcerias eventuais, quantidade e diversidade de parcerias sexuais, e histórico de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), que sinalizam maior risco.
Não, o uso correto e consistente de preservativo em práticas sexuais anais ou vaginais reduz significativamente o risco de transmissão do HIV, não sendo um indicativo de exposição frequente.
A presença de ISTs pode indicar práticas sexuais de risco e algumas ISTs, como úlceras genitais, podem facilitar a entrada do HIV no organismo, aumentando a vulnerabilidade à infecção.
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