DASA - Diagnósticos da América (SP) — Prova 2023
O perfil da paciente climatérica com maior tendência a desenvolver perda de massa óssea é:
Osteoporose pós-menopausa → mulher branca, magra, tabagista tem maior risco.
O perfil de risco para osteoporose pós-menopausa inclui raça branca, baixo índice de massa corporal (magreza) e tabagismo. A deficiência estrogênica no climatério é o principal fator, mas esses outros fatores potencializam a perda óssea.
A osteoporose pós-menopausa é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade óssea e suscetibilidade a fraturas. É uma condição de alta prevalência, especialmente em mulheres após a menopausa devido à deficiência de estrogênio, que desempenha um papel crucial na manutenção da densidade mineral óssea. Compreender os fatores de risco é fundamental para a prevenção e manejo. A fisiopatologia envolve o desequilíbrio entre a reabsorção óssea pelos osteoclastos e a formação óssea pelos osteoblastos, com predominância da reabsorção. Fatores como raça branca, baixo índice de massa corporal (magreza) e tabagismo são reconhecidos por potencializar esse desequilíbrio. O tabagismo, por exemplo, acelera a perda óssea e diminui a eficácia da terapia de reposição hormonal. O diagnóstico é feito pela densitometria óssea, que mede a densidade mineral óssea. O tratamento da osteoporose inclui medidas não farmacológicas, como dieta rica em cálcio e vitamina D, exercícios físicos e cessação do tabagismo, além de terapias farmacológicas como bisfosfonatos, ranelato de estrôncio, teriparatida e denosumabe. A identificação precoce de pacientes de risco permite intervenções preventivas, reduzindo a incidência de fraturas por fragilidade, que são as principais complicações da doença e impactam significativamente a qualidade de vida e a mortalidade.
Os principais fatores de risco incluem sexo feminino, idade avançada, deficiência estrogênica (menopausa), raça branca ou asiática, baixo IMC, tabagismo, consumo excessivo de álcool, sedentarismo e histórico familiar de osteoporose.
O tabagismo interfere na absorção de cálcio, diminui os níveis de estrogênio, tem efeitos tóxicos diretos nos osteoblastos e aumenta a degradação óssea, contribuindo significativamente para a perda de massa óssea.
Mulheres magras geralmente têm menor massa óssea de pico e menor produção de estrogênio periférico no tecido adiposo após a menopausa, o que as torna mais suscetíveis à perda óssea acelerada.
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