SMS Campo Grande - Secretaria Municipal de Saúde (MS) — Prova 2020
No Brasil, a mortalidade infantil geral tem apresentado tendência decrescente em todas as idades, certamente em virtude da promoção de ações básicas de saúde, enquanto as mortes proporcionais por injúria física aumentaram cerca de 40% na última década. Quanto aos fatores de risco para injúria física na criança, é correto afirmar que:
Pobreza é o fator de risco mais relevante para injúrias físicas em crianças.
A pobreza atua como um fator de risco multifacetado para injúrias físicas em crianças, pois está associada a ambientes menos seguros, menor acesso a cuidados de saúde, nutrição inadequada e maior exposição a situações de risco, impactando diretamente a segurança infantil.
A mortalidade infantil, embora em declínio geral no Brasil, ainda apresenta desafios significativos, especialmente no que tange às injúrias físicas. Essas injúrias representam uma causa crescente de morbidade e mortalidade na infância, e sua prevenção é uma prioridade em saúde pública. A identificação dos fatores de risco é o primeiro passo para a implementação de estratégias eficazes de prevenção, que devem ser multifacetadas e considerar o contexto socioeconômico. A pobreza emerge como um dos fatores de risco mais impactantes, pois está intrinsecamente ligada a ambientes menos seguros, menor acesso a recursos de prevenção e tratamento, e maior exposição a situações de violência e negligência. Além da pobreza, outros fatores como a idade (com diferentes riscos em cada faixa etária), o gênero (meninos geralmente mais expostos a certos tipos de injúrias), e fenômenos sociais como o bullying e a urbanização desordenada, contribuem para o cenário complexo das injúrias pediátricas. Compreender esses fatores permite aos profissionais de saúde e formuladores de políticas desenvolver intervenções direcionadas e eficazes para proteger a saúde e a segurança das crianças.
A pobreza é considerada o fator de risco mais relevante para injúrias físicas em crianças. Ela se associa a condições de moradia precárias, menor supervisão, ambientes inseguros, desnutrição e menor acesso a serviços de saúde e educação, aumentando a vulnerabilidade infantil.
A idade influencia significativamente tanto o tipo quanto a gravidade das injúrias. Crianças mais novas são mais vulneráveis a acidentes domésticos e quedas, enquanto adolescentes podem estar mais expostos a acidentes de trânsito e violência, com diferentes padrões de lesões e prognósticos.
Sim, a globalização, ao influenciar padrões de consumo e urbanização, e o bullying, como forma de violência interpessoal, são potenciais fatores de risco para injúrias físicas e psicossociais em crianças e adolescentes, exigindo atenção e intervenção.
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