UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2015
Com relação a Hipertensão Arterial, segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão de 2010, é CORRETO afirmar que:
Fatores de risco para HAS incluem sal, álcool, obesidade e raça.
As Diretrizes Brasileiras de Hipertensão de 2010 (e as mais recentes) enfatizam que a HAS é uma doença multifatorial. Fatores de risco modificáveis como consumo excessivo de sal, ingestão de álcool e excesso de peso, juntamente com fatores não modificáveis como raça e idade, contribuem significativamente para o seu desenvolvimento.
A hipertensão arterial é uma condição crônica de alta prevalência e um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares. Seu desenvolvimento é multifatorial, envolvendo uma complexa interação entre fatores genéticos e ambientais. Compreender esses fatores de risco é crucial para a prevenção e o manejo da doença. Fatores de risco modificáveis, como o consumo excessivo de sal, a ingestão abusiva de álcool, o sedentarismo e o excesso de peso, são alvos importantes para intervenções de estilo de vida. Além disso, fatores não modificáveis, como idade, sexo e raça, também desempenham um papel significativo na predisposição e na apresentação da HAS. O diagnóstico da HAS exige rigor, não podendo ser estabelecido por uma única medida elevada. A estratificação de risco cardiovascular, que considera não apenas os níveis pressóricos, mas também a presença de lesões em órgãos-alvo e outros fatores de risco, é fundamental para guiar a decisão terapêutica, que pode iniciar com modificações de estilo de vida antes da medicação em alguns casos.
Os principais fatores de risco incluem consumo excessivo de sal, ingestão de álcool, excesso de peso/obesidade, sedentarismo, estresse, idade avançada e fatores genéticos/raciais.
O diagnóstico de hipertensão arterial geralmente não é feito com uma única medida. Requer múltiplas aferições elevadas da pressão arterial em diferentes ocasiões ou a confirmação por Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) ou Medida Residencial da Pressão Arterial (MRPA).
Sim, fatores como a raça (etnia) influenciam o desenvolvimento e a gravidade da hipertensão, com maior prevalência e gravidade em populações afrodescendentes, por exemplo.
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