Santa Casa de Votuporanga (SP) — Prova 2021
Analise os itens para assinalar a alternativa verdadeira. I. Idade entre 6 meses e 5 anos. lI. Febre acima de 38º C. Ili. História familiar positiva. IV. Infecção virai. V. Vacinação. VI. Exposição à nicotina durante a gestação. São fatores de risco para a convulsão febril o contido nos itens:
Fatores de risco para convulsão febril incluem idade 6m-5a, febre >38°C, história familiar, infecção viral, vacinação e exposição pré-natal à nicotina.
A convulsão febril é um evento benigno, mas multifatorial. É crucial reconhecer que, além dos fatores clássicos como idade e febre, a predisposição genética, infecções virais e até fatores ambientais pré-natais podem influenciar seu risco.
A convulsão febril é o distúrbio convulsivo mais comum na infância, afetando cerca de 2-5% das crianças. É definida como uma crise convulsiva associada à febre (temperatura > 38°C) em crianças de 6 meses a 5 anos de idade, sem evidência de infecção do sistema nervoso central ou história prévia de convulsões afebris. Sua importância clínica reside na necessidade de diferenciar de outras condições mais graves e tranquilizar os pais. A fisiopatologia da convulsão febril não é totalmente compreendida, mas envolve uma combinação de imaturidade cerebral, predisposição genética e a resposta inflamatória à febre. Fatores como infecções virais (ex: herpesvírus humano 6), vacinações que induzem febre e até exposição pré-natal à nicotina são considerados gatilhos ou fatores de risco. O diagnóstico é clínico, baseado na história e exclusão de outras causas. O tratamento agudo foca no controle da crise (se prolongada, com benzodiazepínicos) e da febre. O prognóstico é geralmente excelente, com baixo risco de epilepsia futura. É fundamental orientar os pais sobre a natureza benigna do quadro, o manejo da febre e os sinais de alerta para buscar atendimento médico.
Os principais fatores incluem idade entre 6 meses e 5 anos, febre acima de 38°C, história familiar de convulsão febril, infecções virais e, em alguns estudos, exposição pré-natal à nicotina.
A vacinação não causa diretamente a convulsão febril, mas a febre que pode ocorrer após a vacinação (especialmente com vacinas de vírus vivos atenuados) pode ser um gatilho para a convulsão em crianças predispostas.
A história familiar positiva é um fator de risco significativo, indicando uma predisposição genética para a convulsão febril, o que reforça a necessidade de orientação aos pais.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo