São Leopoldo Mandic - Faculdade de Medicina (SP) — Prova 2023
Entre os fatores de risco para Doenças Cardiovasculares (DCV) em brasileiras, podemos indicar como correto:
Fatores de risco DCV em mulheres = HAS, obesidade, dislipidemia (↑ colesterol), glicemia ↑, riscos dietéticos.
Os fatores de risco para Doenças Cardiovasculares em mulheres brasileiras são multifatoriais e incluem hipertensão arterial sistêmica (HAS), obesidade, dislipidemia (com aumento do colesterol sérico), glicemia de jejum elevada (pré-diabetes/diabetes) e hábitos dietéticos inadequados. A identificação e manejo desses fatores são cruciais para a prevenção primária e secundária.
As Doenças Cardiovasculares (DCV) representam a principal causa de morbimortalidade em mulheres no Brasil e no mundo, superando inclusive as neoplasias. A compreensão e o manejo dos fatores de risco são fundamentais para a prevenção. Diferentemente da percepção popular, o risco cardiovascular em mulheres não é menor que em homens, embora possa se manifestar em idades mais avançadas, especialmente após a menopausa. Os principais fatores de risco para DCV em mulheres brasileiras incluem hipertensão arterial sistêmica (HAS), dislipidemia (com destaque para o aumento do colesterol sérico, especialmente LDL), obesidade (particularmente a abdominal), glicemia de jejum elevada (indicativa de pré-diabetes ou diabetes mellitus), e riscos dietéticos (dietas ricas em sódio, gorduras saturadas e trans, e açúcares). Outros fatores importantes são o tabagismo, sedentarismo e estresse psicossocial. A abordagem preventiva deve ser multifacetada, focando na modificação do estilo de vida (dieta saudável, atividade física regular, cessação do tabagismo) e no controle rigoroso dos fatores de risco modificáveis através de tratamento farmacológico quando indicado. A educação em saúde e o rastreamento precoce são essenciais para reduzir a carga das DCV na população feminina.
Os fatores modificáveis incluem hipertensão arterial, dislipidemia (colesterol elevado), diabetes mellitus, obesidade, tabagismo, sedentarismo e dieta inadequada.
Sim, a menopausa está associada a um aumento do risco cardiovascular devido à perda da proteção estrogênica, que pode levar a alterações no perfil lipídico, aumento da pressão arterial e disfunção endotelial.
Dietas ricas em gorduras saturadas, trans, sódio e açúcares refinados, e pobres em frutas, vegetais e fibras, contribuem para o desenvolvimento de obesidade, dislipidemia, hipertensão e diabetes, aumentando o risco de DCV.
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