IHOA - Instituto e Hospital Oftalmológico de Anápolis (GO) — Prova 2020
O câncer de mama é o câncer mais frequente entre as mulheres. Dentre os fatores de risco e de prevenção para o câncer de mama, podemos afirmar que:
Câncer de mama contralateral prévio → ↑ risco de novo câncer na mama remanescente.
Mulheres com história de câncer de mama em uma mama têm um risco significativamente aumentado de desenvolver um novo câncer na mama contralateral ou ipsilateral remanescente, o que justifica um seguimento rigoroso e, em alguns casos, medidas preventivas adicionais.
O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum entre as mulheres, excluindo os cânceres de pele não melanoma, e representa uma importante causa de morbimortalidade feminina globalmente. A compreensão de seus fatores de risco e medidas preventivas é essencial para a saúde pública e a prática clínica. A incidência do câncer de mama aumenta significativamente com a idade, sendo mais prevalente em mulheres pós-menopausa, e o risco continua a crescer ao longo da vida, não diminuindo após a menopausa. Diversos fatores de risco estão associados ao câncer de mama. A história pessoal de câncer de mama é um dos mais fortes preditores, aumentando o risco de desenvolver um novo câncer na mama contralateral ou de recorrência na mama remanescente. Fatores hormonais também desempenham um papel crucial; a terapia de reposição hormonal (TRH) combinada (estrogênio e progesterona) é um fator de risco conhecido, especialmente com uso prolongado, e não um fator preventivo. Outros fatores incluem história familiar de câncer de mama (especialmente em parentes de primeiro grau), mutações genéticas hereditárias (como BRCA1 e BRCA2), obesidade, consumo de álcool, exposição à radiação, menarca precoce e menopausa tardia. A prevenção primária envolve a modificação de fatores de risco controláveis, enquanto a prevenção secundária se baseia no rastreamento com mamografia para detecção precoce.
Os principais fatores de risco incluem idade avançada, história familiar de câncer de mama, mutações genéticas (BRCA1/2), história pessoal de câncer de mama, densidade mamária elevada, obesidade, consumo de álcool, exposição a estrogênios (menarca precoce, menopausa tardia, TRH) e nuliparidade.
A terapia de reposição hormonal combinada (estrogênio e progesterona) aumenta o risco de câncer de mama, especialmente com uso prolongado. A TRH apenas com estrogênio pode ter um risco menor ou neutro, dependendo do contexto.
A incidência do câncer de mama aumenta progressivamente com a idade, sendo mais comum em mulheres pós-menopausa. Não há uma redução gradativa na incidência após a menopausa; o risco continua a aumentar com o envelhecimento.
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