UNIRV - Universidade de Rio Verde (GO) — Prova 2022
Abaixo estão listados fatores relacionados ao câncer de mama, exceto:
Câncer de mama: ↑ incidência com idade, história familiar e reposição hormonal são fatores de risco.
O câncer de mama é multifatorial, com a incidência aumentando continuamente com a idade, sendo a história familiar positiva e a terapia de reposição hormonal na menopausa fatores de risco conhecidos. A afirmação de que 50% dos homens são portadores dos genes responsáveis pela doença é incorreta, pois a prevalência de mutações genéticas como BRCA1/2 é muito menor na população geral, e não se restringe a homens.
O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, excluindo o câncer de pele não melanoma. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo uma complexa interação entre fatores genéticos, hormonais e ambientais. A compreensão desses fatores de risco é fundamental para a prevenção primária, o rastreamento e a identificação de indivíduos com maior propensão à doença. Entre os fatores de risco bem estabelecidos, destacam-se a idade, com a incidência aumentando progressivamente após os 40 anos; a história familiar positiva, que sugere uma possível predisposição genética (como mutações nos genes BRCA1 e BRCA2); e a exposição prolongada a estrogênios, seja endógena (menarca precoce, menopausa tardia) ou exógena (terapia de reposição hormonal combinada na menopausa). Outros fatores incluem obesidade, consumo de álcool e sedentarismo. É importante desmistificar informações incorretas, como a prevalência de mutações genéticas em homens. Embora homens possam ser portadores de mutações BRCA e desenvolver câncer de mama (cerca de 1% dos casos de câncer de mama ocorrem em homens), a afirmação de que 50% dos homens são portadores desses genes é epidemiologicamente infundada. O conhecimento preciso dos fatores de risco permite uma abordagem mais eficaz na saúde pública e na prática clínica.
Os principais fatores de risco incluem idade avançada, história familiar de câncer de mama (especialmente em parentes de primeiro grau), mutações genéticas hereditárias (BRCA1/BRCA2), terapia de reposição hormonal combinada na menopausa, obesidade, consumo de álcool e exposição à radiação.
A incidência de câncer de mama aumenta continuamente com a idade, sendo a maioria dos casos diagnosticada após os 50 anos. A história familiar positiva, especialmente de casos em idade jovem ou múltiplos casos, eleva significativamente o risco devido à possível predisposição genética.
A terapia de reposição hormonal combinada (estrogênio e progesterona) na menopausa está associada a um aumento do risco de câncer de mama, especialmente com uso prolongado. A terapia apenas com estrogênio parece ter um risco menor ou neutro.
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