SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2021
Os principais fatores de risco para o adenocarcinoma esofágico são
DRGE crônica e Esôfago de Barrett → principais fatores de risco para adenocarcinoma esofágico.
O adenocarcinoma esofágico está fortemente associado à metaplasia de Barrett, que por sua vez é uma complicação da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) crônica. A obesidade também é um fator de risco independente, muitas vezes exacerbando a DRGE.
O adenocarcinoma esofágico é um tipo de câncer que tem visto um aumento de incidência nas últimas décadas, especialmente em países ocidentais. Ele se desenvolve predominantemente na porção distal do esôfago e está fortemente associado a uma sequência de eventos que começa com a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) crônica. A compreensão de seus fatores de risco é crucial para a prevenção e o diagnóstico precoce. A fisiopatologia do adenocarcinoma esofágico envolve a exposição prolongada do epitélio escamoso do esôfago ao ácido gástrico e bile devido à DRGE. Essa exposição crônica pode levar à metaplasia intestinal, uma condição conhecida como Esôfago de Barrett, onde o epitélio escamoso é substituído por epitélio colunar com células caliciformes. O Esôfago de Barrett é considerado uma lesão pré-maligna, com risco de progressão para displasia e, eventualmente, adenocarcinoma. Os principais fatores de risco incluem a DRGE crônica, o Esôfago de Barrett, a obesidade (que agrava o refluxo) e o tabagismo. O monitoramento endoscópico regular é recomendado para pacientes com Esôfago de Barrett para detectar displasia e adenocarcinoma em estágios iniciais, quando o tratamento é mais eficaz.
A DRGE crônica pode levar à metaplasia intestinal do epitélio esofágico distal, condição conhecida como Esôfago de Barrett. O Esôfago de Barrett é uma lesão pré-maligna com risco aumentado de progressão para displasia e, subsequentemente, adenocarcinoma esofágico.
Os principais fatores de risco para o carcinoma epidermoide de esôfago são o tabagismo e o etilismo crônico, além de ingestão de bebidas muito quentes, deficiências nutricionais e acalasia.
Sim, a obesidade é um fator de risco independente para o adenocarcinoma esofágico, pois contribui para o aumento da pressão intra-abdominal e exacerba a DRGE, aumentando a exposição do esôfago ao refluxo ácido.
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