UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2024
Com relação às fases clínicas do trabalho de parto, analise as assertivas abaixo:I. A segunda fase clínica do parto inicia com a dilatação total do colo uterino até a dequitação da placenta.II. A duração do período expulsivo varia de acordo com alguns fatores, tais como a paridade da paciente e a analgesia farmacológica.III. O diagnóstico da distócia denominada parada secundária da dilatação se faz na segunda fase do parto.IV. Durante a terceira fase é possível tomar medidas profiláticas de intercorrências na quarta fase. Assinale a alternativa correta:
2ª fase do parto: dilatação total → nascimento do bebê. 3ª fase: nascimento bebê → dequitação placenta. Medidas na 3ª fase previnem intercorrências na 4ª.
A segunda fase do trabalho de parto, ou período expulsivo, estende-se da dilatação cervical total até o nascimento do bebê, e sua duração é influenciada pela paridade e uso de analgesia. A terceira fase é a dequitação da placenta, e medidas ativas nesse período são cruciais para prevenir a hemorragia pós-parto, a principal intercorrência da quarta fase.
O trabalho de parto é dividido em quatro fases clínicas distintas, cada uma com características e manejo específicos, cruciais para a prática obstétrica. A primeira fase compreende a dilatação do colo uterino, dividida em fase latente e fase ativa. A segunda fase, ou período expulsivo, inicia-se com a dilatação cervical completa (10 cm) e se estende até o nascimento do bebê. Sua duração é variável, sendo influenciada por fatores como a paridade da mulher (primíparas tendem a ter um período mais longo) e o uso de analgesia farmacológica, que pode prolongar essa fase. A terceira fase do parto é o período que vai do nascimento do bebê até a dequitação completa da placenta. É um momento crítico para a prevenção da hemorragia pós-parto, a principal causa de morbimortalidade materna. Medidas de manejo ativo da terceira fase, como a administração de ocitocina profilática imediatamente após o nascimento do bebê e a tração controlada do cordão umbilical, são fundamentais para promover a contração uterina e reduzir o risco de atonia uterina e sangramento excessivo. A quarta fase corresponde à primeira hora pós-parto (puerpério imediato), um período de alta vigilância para a mãe, onde o risco de hemorragia pós-parto é maior. As medidas profiláticas tomadas na terceira fase são diretamente voltadas para a prevenção das intercorrências nesta quarta fase. A distócia de parada secundária da dilatação, por sua vez, refere-se à ausência de progressão da dilatação cervical na fase ativa da primeira fase do parto, e não na segunda fase, como frequentemente confundido.
A segunda fase clínica do trabalho de parto, também conhecida como período expulsivo, inicia-se com a dilatação total do colo uterino (10 cm) e termina com o nascimento completo do feto. É o período em que a mulher realiza esforços de puxo para auxiliar a saída do bebê.
A duração do período expulsivo pode variar significativamente. Fatores como a paridade da paciente (primíparas geralmente têm um período mais longo que multíparas), o uso de analgesia farmacológica (como a peridural, que pode prolongar essa fase) e a posição materna são influências importantes.
A terceira fase do parto é a dequitação da placenta. Durante este período, medidas de manejo ativo, como a administração profilática de ocitocina e a tração controlada do cordão umbilical, são realizadas para promover a contração uterina e prevenir a hemorragia pós-parto, que é a principal complicação da quarta fase (puerpério imediato).
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