CERMAM - Comissão Estadual de Residência Médica do Amazonas — Prova 2022
Sobre as fases clínicas do trabalho de parto, assinale a alternativa CORRETA.
Quiescência uterina (Fase 1) = miométrio refratário a estímulos contráteis.
A fase de quiescência uterina é crucial para a manutenção da gravidez, caracterizando-se por um útero relativamente insensível a agentes contráteis, o que previne o trabalho de parto prematuro.
O trabalho de parto é um processo fisiológico complexo dividido em quatro fases clínicas distintas, cada uma com características hormonais e miometriais específicas. A compreensão dessas fases é fundamental para o manejo obstétrico adequado e para a identificação de desvios da normalidade, sendo um tópico recorrente em provas de residência. A fase 1, ou quiescência, ocorre durante a maior parte da gestação, onde o útero é relativamente insensível a estímulos contráteis, mantendo a gravidez. A fase 2, ativação, envolve o amadurecimento cervical e o aumento da sensibilidade miometrial. A fase 3, estimulação, corresponde ao trabalho de parto ativo, com contrações uterinas eficazes e dilatação cervical. Finalmente, a fase 4, involução, é o período pós-parto, onde o útero retorna ao seu estado pré-gravídico através de contrações que auxiliam na hemostasia e dequitação placentária. O conhecimento detalhado de cada fase permite intervenções precisas e seguras para a mãe e o feto.
As principais fases são: quiescência (fase 1), ativação (fase 2), estimulação (fase 3 - trabalho de parto ativo) e involução (fase 4 - pós-parto).
A quiescência uterina é marcada pela relativa refratariedade do miométrio a agentes que induzem contrações, mantendo o útero relaxado durante a maior parte da gestação.
A ativação uterina prepara o útero para o trabalho de parto, aumentando a sensibilidade miometrial a estímulos contráteis e promovendo o amadurecimento cervical.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo