HE Jayme Neves - Hospital Escola Jayme dos Santos Neves (ES) — Prova 2020
Primípara que dilata 2 cm em 6 horas de evolução de trabalho de parto:
Primípara: fase latente prolongada se > 20h; ou > 18h com dilatação < 4cm e contrações eficazes.
Em primíparas, a fase latente do trabalho de parto é considerada prolongada se exceder 20 horas. Embora a questão apresente uma dilatação de 2 cm em 6 horas, que por si só não define o prolongamento, a lentidão da dilatação (2 cm em 6 horas) em uma primípara que ainda não atingiu 4-5 cm de dilatação (limite para fase ativa) se encaixa no conceito de fase latente prolongada, que é caracterizada por contrações uterinas irregulares e dilatação cervical lenta ou ausente.
O trabalho de parto é dividido em fases, sendo a fase latente a primeira, caracterizada por contrações uterinas irregulares e dilatação cervical lenta até atingir cerca de 4-5 cm. O reconhecimento das distocias de trabalho de parto, como a fase latente prolongada, é crucial para o manejo adequado e para evitar complicações maternas e fetais. A fase latente prolongada é definida por uma duração excessiva da fase latente. Em primíparas, isso ocorre quando a fase latente excede 20 horas. Embora a questão não forneça o tempo total, a progressão de apenas 2 cm em 6 horas, sem ter atingido a fase ativa, é um indicativo de lentidão que se encaixa no conceito de fase latente prolongada, que é uma das distocias mais comuns. O manejo da fase latente prolongada geralmente envolve medidas conservadoras, como repouso, hidratação e analgesia. Se a paciente estiver exausta ou a progressão for muito lenta, pode-se considerar a amniotomia e/ou a ocitocina para induzir ou acelerar a fase ativa. É fundamental diferenciar esta condição de outras distocias, como a parada de progressão na fase ativa, que exigem condutas distintas.
Em primíparas, a fase latente é considerada prolongada se durar mais de 20 horas. Em multíparas, o limite é de 14 horas. Caracteriza-se por contrações uterinas e dilatação cervical lenta, mas sem atingir a fase ativa (geralmente 4-5 cm de dilatação).
A conduta inicial geralmente envolve medidas de suporte, como hidratação, analgesia, repouso e deambulação, e reavaliação. Se houver indicação e condições favoráveis, a amniotomia e a ocitocina podem ser consideradas para acelerar a progressão para a fase ativa.
A fase latente prolongada ocorre antes da fase ativa (dilatação < 4-5 cm) e se caracteriza por lentidão. A parada de progressão na fase ativa ocorre quando a dilatação já atingiu ≥ 6 cm e não há mudança cervical por um período definido (ex: 4 horas com contrações adequadas ou 6 horas com contrações inadequadas).
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