Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
Funcionalmente, uma ferida aguda deve passar pelas fases de cicatrização para resultar em reparação completa e mantida. Uma dessas fases representa uma tentativa de limitar o dano mediante interrupção do sangramento, selamento da superfície da ferida e remoção do tecido necrótico, dos resíduos estranhos e das bactérias com aumento da permeabilidade vascular. Nessa fase, ocorre migração de células para a ferida por quimiotaxia, secreção de citocinas e fatores de crescimento na ferida, além de ativação das células migratórias. Trata-se da fase de
Cicatrização: Inflamação (hemostasia, limpeza, quimiotaxia) → Proliferação (granulação, epitelização, contração) → Maturação (remodelamento).
A fase inflamatória da cicatrização é a primeira resposta do corpo à lesão, caracterizada por hemostasia (coagulação), seguida pela migração de células inflamatórias (neutrófilos, macrófagos) para a ferida. Essas células removem detritos e bactérias, secretam citocinas e fatores de crescimento, e aumentam a permeabilidade vascular, preparando o leito da ferida para as fases subsequentes de proliferação e maturação.
A cicatrização de feridas é um processo biológico complexo e dinâmico, essencial para a restauração da integridade tecidual após uma lesão. Compreender suas fases é fundamental para o manejo adequado de feridas agudas e crônicas. O processo é classicamente dividido em três fases sobrepostas: inflamatória, proliferativa e de maturação/remodelamento. A fase inflamatória é a resposta inicial do corpo à lesão, começando imediatamente após o trauma e durando alguns dias. Ela se inicia com a hemostasia, onde plaquetas formam um tampão para controlar o sangramento. Em seguida, ocorre uma resposta vascular com vasodilatação e aumento da permeabilidade, permitindo a migração de células inflamatórias, como neutrófils e macrófagos, para o local da ferida. Essas células têm a função primordial de "limpar" a ferida, fagocitando bactérias, células mortas e detritos, além de liberar citocinas e fatores de crescimento que sinalizam para a próxima fase. Esta fase é crucial para preparar o ambiente da ferida para a reparação. A falha ou prolongamento excessivo da fase inflamatória pode levar a problemas na cicatrização, como feridas crônicas. Após a limpeza e a sinalização adequada, a fase inflamatória transita para a fase proliferativa, onde ocorre a formação de tecido de granulação, angiogênese, epitelização e contração da ferida, culminando na fase de maturação com o remodelamento do colágeno.
A fase inflamatória é caracterizada por hemostasia (coagulação), seguida pela migração de células inflamatórias (neutrófilos e macrófagos) para a ferida. Ocorre aumento da permeabilidade vascular, remoção de tecido necrótico e bactérias, e liberação de citocinas e fatores de crescimento.
Os macrófagos são cruciais na fase inflamatória, pois fagocitam detritos celulares e patógenos, além de secretar citocinas e fatores de crescimento que sinalizam para o início da fase proliferativa, promovendo angiogênese e formação de tecido de granulação.
A fase inflamatória é essencial para preparar o leito da ferida, limpando-o e liberando mediadores que estimulam a migração e proliferação celular. Ela precede e é fundamental para o sucesso das fases de proliferação (granulação, epitelização, contração) e maturação (remodelamento).
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