PMFI - Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu (PR) — Prova 2022
Quanto à fasceíte plantar:
Fasceíte plantar → dor no calcanhar, comum em pé cavo (e plano); tratamento conservador é a regra, cirurgia rara.
A fasceíte plantar é uma causa comum de dor no calcanhar, frequentemente associada a alterações biomecânicas do pé, como o pé cavo ou o pé plano. A fáscia plantar se origina na tuberosidade medial do calcâneo. O tratamento é predominantemente conservador, e a indicação cirúrgica é rara. Corticosteroides injetáveis devem ser usados com cautela devido ao risco de atrofia gordurosa e ruptura da fáscia.
A fasceíte plantar é uma das causas mais comuns de dor no calcanhar, afetando uma ampla gama de indivíduos, desde atletas até pessoas com estilos de vida sedentários. Caracteriza-se por dor na região plantar do calcanhar, classicamente pior pela manhã ou após períodos de inatividade, e que melhora com a atividade, mas pode piorar ao longo do dia. A condição é uma inflamação ou degeneração da fáscia plantar, uma banda espessa de tecido conjuntivo que se estende do calcâneo aos dedos. A fáscia plantar tem sua origem principal na tuberosidade medial do calcâneo, e não na lateral, e desempenha um papel crucial no suporte do arco longitudinal do pé. Fatores biomecânicos são frequentemente implicados na sua etiologia, sendo comum tanto em pacientes com pé cavo (devido à rigidez e menor absorção de choque) quanto em pacientes com pé plano (devido ao estiramento excessivo da fáscia). Outros fatores de risco incluem obesidade, uso de calçados inadequados e atividades de alto impacto. O tratamento da fasceíte plantar é predominantemente conservador, com uma taxa de sucesso superior a 90% em 6 a 12 meses. As intervenções incluem alongamentos específicos da fáscia plantar e do tendão de Aquiles, uso de palmilhas ortopédicas, repouso relativo, gelo, fisioterapia e, ocasionalmente, anti-inflamatórios não esteroides. Injeções de corticosteroides podem ser consideradas, mas com cautela, devido ao risco de atrofia da almofada gordurosa e ruptura da fáscia. A indicação cirúrgica é rara e reservada para casos refratários ao tratamento conservador prolongado.
Fatores de risco incluem obesidade, atividades de alto impacto, uso de calçados inadequados, encurtamento do tendão de Aquiles e alterações biomecânicas do pé, como pé cavo ou pé plano.
A fáscia plantar se origina principalmente na tuberosidade medial do calcâneo, e não na lateral, estendendo-se distalmente até os dedos.
O tratamento da fasceíte plantar é primariamente conservador, incluindo repouso, gelo, alongamentos da fáscia e do tendão de Aquiles, uso de palmilhas ortopédicas, fisioterapia e, em alguns casos, anti-inflamatórios orais. A cirurgia é uma opção de último recurso.
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