Fármacos Parassimpaticomiméticos na Oftalmologia

CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2006

Enunciado

Os fármacos parassimpaticomiméticos são:

Alternativas

  1. A) Midriáticos
  2. B) Cicloplégicos
  3. C) Mióticos
  4. D) Betabloqueadores

Pérola Clínica

Parassimpaticomiméticos = Mióticos (ex: Pilocarpina) → Contração do esfíncter da íris.

Resumo-Chave

Agonistas colinérgicos mimetizam a acetilcolina, causando miose e contração do músculo ciliar, o que facilita o escoamento do humor aquoso no glaucoma.

Contexto Educacional

O sistema parassimpático controla a constrição pupilar via nervo oculomotor (III par). Drogas que mimetizam essa ação, como a pilocarpina e o carbacol, são fundamentais no manejo pressórico ocular. Esses fármacos atuam diretamente nos receptores muscarínicos, promovendo a contração do músculo esfíncter da pupila. No tratamento do glaucoma, a contração do músculo ciliar traciona o esporão escleral, abrindo os espaços da malha trabecular e melhorando a drenagem do humor aquoso.

Perguntas Frequentes

Como agem os fármacos mióticos?

Eles estimulam os receptores muscarínicos no músculo esfíncter da íris, promovendo a constrição pupilar (miose), e no músculo ciliar, aumentando a facilidade de escoamento do humor aquoso.

Qual a principal indicação da pilocarpina?

É frequentemente utilizada no manejo agudo do glaucoma de ângulo fechado para afastar a íris da malha trabecular e reduzir a pressão intraocular.

Quais os efeitos colaterais oculares dos mióticos?

Podem causar miose extrema (dificultando a visão noturna), espasmo de acomodação (miopia induzida), dor supraciliar e, raramente, descolamento de retina.

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