Contraindicações Medicamentosas Críticas na IC e DRC

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2026

Enunciado

Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), dá entrada uma mulher de 68 anos, diabética, asmática, com osteopenia, doença arterial periférica, HAS, insuficiência renal (taxa de filtração glomerular = 25 mL/min/1,73 m²), em uso de metformina 2 g/dia, glibenclamida 20 mg/dia, AAS, cilostazol 100 mg 2x/dia, enalapril 10 mg 2x/dia, hidroclorotiazida 25 mg/dia, sinvastatina 40 mg à noite, fumarato de formoterol hidratado + budesonida 12/400 microgramas 2x/dia inalável, omeprazol 40 mg/dia e bifosfanado. Ela se queixa de só conseguir dormir sentada, cansaço, inchaço nas pernas e na barriga e veias aumentadas no pescoço. Refere que tudo piorou após ter iniciado cilostazol. Diante desse quadro, é feita uma dose de furosemida venosa. Após a melhora da paciente, a liberação é realizada com a prescrição de carvedilol 3,125 mg 2x/dia, espironolactona, furosemida 40 mg pela manhã e mantidas as outras medicações. A paciente retorna no dia seguinte, na parte da manhã, com dispneia importante e sibilos, além de estar hipotensa. É realizado um Eletrocardiograma (ECG) que revela alteração da condução e, após alguns minutos, a paciente vem a óbito. Em relação ao caso descrito, as drogas usadas que podem ter piorado a situação clínica da paciente, inclusive levando ao óbito, são:

Alternativas

  1. A) Enalapril, bifosfonado, hidroclorotiazida e espironolactona.
  2. B) Bifosfonado, carvedilol, metformina e sinvastatina.
  3. C) Enalapril, hidroclorotiazida, cilostazol e sinvastatina.
  4. D) Metformina, cilostazol, carvedilol e espironolactona.

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