Sífilis na Gestação: Interpretação de VDRL e Testes

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2017

Enunciado

Vários países, mesmo os desenvolvidos, têm observado uma elevação na incidência da sífilis congênita. O gráfico representa os dados americanos e mostra uma elevação após período de estabilidade (CS = sífilis em menores de 1 ano e P&S = sífilis primária e secundária entre as mulheres). (Conforme imagem do caderno de questões) Recomenda-se que em uma mulher, primigesta, com 18 anos de idade, que não teve história de doença prévia, com VDRL no pré-natal negativo no primeiro trimestre e com VDRL de 1/4 e TPPA (Treponema pallidum particulate assay) e FTA abs (Fluorescent treponemal antibody absorption test) negativos e seu recém-nascido (RN) com VDRL negativo, no dia do parto.

Alternativas

  1. A) seja orientada que a alteração de seu exame não representa contato com sífilis e que outras causas devem ser investigadas.
  2. B) receba tratamento com 1 dose e o parceiro também e o RN seja investigado e tratado com penicilina procaína ou cristalina, de acordo com o VDRL no liquor.
  3. C) receba tratamento para sífilis primária, pois deve estar na janela sorológica, mas o RN não, pois VDRL negativo.
  4. D) receba tratamento para sífilis com 3 doses a intervalos de 1 semana, pois tem doença de tempo indeterminado e seu RN receba penicilina benzatina.
  5. E) receba tratamento, bem como o parceiro, com 3 doses a intervalos de 1 semana, e o RN seja investigado, com coleta de liquor e se exames normais receba alta para puericultura normal.

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