Tuberculose: Manejo da Falha Terapêutica e Resistência a Drogas

SMS Campo Grande - Secretaria Municipal de Saúde (MS) — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 34 anos, sexo feminino, solteira, tabagista, ex usuária de crack, no terceiro mês de tratamento de tuberculose (TB), com esquema básico (RHZE2RH4), em regime ambulatorial, supervisionado pelo agente de saúde de segunda a sexta e nos finais de semana supervisionado pelo companheiro. Uso regular de RH. Refere que teve TB há 4 anos e fez o tratamento auto administrado por seis meses, porem não compareceu na ultima consulta, não podia faltar ao trabalho. No início do tratamento testagem para HIV negativa. Refere vida sexual ativa com vários parceiros. Na avaliação atual refere remissão da febre, no entanto persiste tosse produtiva e dispneia aos médios esforços e observou perda de peso. O controle radiográfico evidencia lesões de aspecto de disseminação broncogênica em atividade. As baciloscopias de escarro (inicial e atual) Positiva ++. A conduta indicada para essa paciente é:

Alternativas

  1. A) Trata-se de falência ao esquema básico. Fazer a troca das drogas antituberculosas. Solicitar nova testagem de HIV.
  2. B) Manter o esquema atual e realizar cultura de escarro para BK com tipagem da espécie e teste de sensibilidade. Solicitar nova testagem HIV.
  3. C) Manter RH e acrescentar Streptomicina. Realizar cultura de escarro para BK e teste de sensibilidade. Solicitar nova testagem HIV.
  4. D) Suspender o esquema com RH e colher sangue para realizar o teste molecular rápido (TRM-TB.) Aguardar os resultados.
  5. E) Reiniciar esquema RHZE2RH4 enquanto aguarda os resultados do TRM-TB, da cultura de BK, da tipagem da espécie e do HIV.

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