IAMCSST: Identificando a Falha da Terapia Fibrinolítica

Santa Casa de Ourinhos (SP) — Prova 2018

Enunciado

Como a angioplastia não é realizada rotineiramente após terapia fibrinolítica, a falência primária é mais suspeitada pela persistência dos sintomas clínicos, pela piora de dor precordial, pela instabilidade hemodinâmica ou pelos marcadores eletrocardiográficos de isquemia persistente. Isso, de acordo com o seguinte:

Alternativas

  1. A) A falência primária da fibrinólise é definida como a oclusão persistente da artéria relacionada ao IM (fluxo TIMI graus 0 ou 1) no estudo angiográfico realizado após 90 minutos.
  2. B) As diretrizes de manejo de IAMCSST não estabelecem a falha da fibrinólise quando não há redução do supradesnivelamento de ST à eletrocardiografia > 50% ao final de 90 minutos, sendo que tal procedimento tem-se mostrado benéfico no acompanhamento tardio.
  3. C) Por último, a ICP também não mostrou-se benéfica em pacientes com contraindicação à fibrinólise apresentando-se < 12 horas do início dos sintomas. 
  4. D) As diretrizes de manejo de IAMCSST estabelecem a falha da fibrinólise quando não há redução do supradesnivelamento de ST à eletrocardiografia > 90% ao final de 30 minutos, sendo que tal procedimento tem-se mostrado benéfico no acompanhamento tardio.

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