Falência Ovariana Prematura: Diagnóstico e Conduta

Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2017

Enunciado

HP, 31 anos, gesta I, aborto I com curetagem uterina evacuadora há 2 anos, tentando engravidar novamente há 1 ano. Refere que os ciclos ficaram irregulares, sendo que a última menstruação veio há dois meses. Traz consigo alguns exames realizados: dosagens hormonais FSH 85 mUI/ml, LH 50 mUI/ml, estradiol 15 mUI/ml, Ca 125 20,5 U/ml, hormônio anti-mulleriano 0,01 ng/ml, histerossalpingografia demonstrando cavidade uterina normal, trompas pérvias com boa difusão de contraste, ultrassonografia pélvica transvaginal com útero 60 cc, ovário direito 2,0 cc, ovário esquerdo 1,8 cc. Marido com o seguinte espermograma: vol 1,5 ml, número 21 milhões espermatozoides/ml, motilidade progressiva 35%, morfologia estrita de KRIGER 6%. A conduta mais adequada a ser adotada é indicar: 

Alternativas

  1. A) Coleta de novo espermograma do marido.
  2. B) Fertilização “in vitro” com óvulos de doadora.
  3. C) Videolaparoscopia para afastar possibilidade de endometriose.
  4. D) Estimulação de ovulação para coito programado.
  5. E) Estimulação de ovulação para fertilização “in vitro” com óvulos da própria paciente.

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