Falência Ovariana Precoce: Diagnóstico e Tratamento da Infertilidade

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2021

Enunciado

Mulher de 28 anos, nuligesta, parou o uso de anticoncepcional há 2 anos para engravidar após 10 anos de uso, mas desde então está em amenorreia. Refere menarca aos 12 anos, com ciclos regulares, sem dismenorreia. Ao Exame físico: índice de massa corporal = 22 Kg/m²; exame ginecológico com mucosa pálida e com redução do pregueamento vaginal. Foram solicitados exames complementares: FSH (hormônio folículo-estimulante) = 76 mlU/ml (VN = 2,8 a 10,5 mlU/ml); TSH (hormônio estimulador da tireoide) = 1,2 mlU/ml (VN = 0,4 a 4,0mlU/ml); PRL (prolactina) = 12,0 ng/dl (VN < 25ng/dl). Espermograma do parceiro: normal. Histerossalpingografia: trompas pérvias bilateralmente. Ultrassonografia transvaginal: útero com 12 cm³ de volume, espessura endometrial com 3 mm, ovário direito = 2,3 cm³ e ovário esquerdo = 1,8 cm³. Cariótipo: 46XX (60%), 45X0 (40%). Rastreio para outras doenças negativo. Qual a conduta mais adequada?

Alternativas

  1. A) Indução de ovulação com indutores orais para coito programado.
  2. B) Estimulação de ovulação com gonadotrofinas para fertilização in vitro.
  3. C) Fertilização in vitro com oócitos de doadora anônima.
  4. D) A gestação deve ser contraindicada.

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