UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2021
A fadiga relacionada ao câncer (FRC) é um dos sintomas mais comuns entre os pacientes oncológicos com grande incidência em consultas de emergência clínica. Em se tratando do tratamento da FRC, tem-se como mais apropriado:
FRC: Tratamento não farmacológico (atividade física + TCC) é a primeira linha e mais apropriado.
A Fadiga Relacionada ao Câncer (FRC) é um sintoma debilitante e multifatorial. O tratamento mais apropriado e de primeira linha, conforme as diretrizes atuais, é o não farmacológico, que inclui a prática de atividade física regular e contínua, adaptada à condição do paciente, muitas vezes aliada a terapias cognitivo-comportamentais (TCC). A correção de fatores contribuintes, como anemia, também é fundamental.
A Fadiga Relacionada ao Câncer (FRC) é um dos sintomas mais prevalentes e angustiantes em pacientes oncológicos, impactando significativamente sua qualidade de vida e adesão ao tratamento. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo inflamação, anemia, distúrbios do sono, dor, depressão e efeitos colaterais dos tratamentos. O manejo da FRC deve ser individualizado e multimodal, priorizando intervenções não farmacológicas com forte evidência de eficácia. Residentes precisam estar aptos a identificar a FRC, diferenciar de outras causas de fadiga e propor um plano terapêutico abrangente, que inclua suporte psicológico e físico, para otimizar o bem-estar do paciente oncológico.
A abordagem de primeira linha para a FRC é o tratamento não farmacológico, que inclui a prática de atividade física regular e adaptada à capacidade do paciente, e a terapia cognitivo-comportamental (TCC). Essas intervenções visam melhorar a energia, o humor e a qualidade de vida.
Sim, a correção de índices hematimétricos, como a anemia, é um fator contribuinte importante para o tratamento da FRC. A anemia pode exacerbar a fadiga, e sua correção pode levar a uma melhora significativa dos sintomas.
Tratamentos farmacológicos, como o uso de estimulantes (ex: metilfenidato) ou corticoides (ex: dexametasona), são geralmente considerados para casos de FRC grave e refratária às intervenções não farmacológicas, ou em situações específicas, como fadiga associada a inflamação ou dor.
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