CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2017
A fuga de material cristaliniano da ponteira (''chattering") é um fenômeno:
Chattering = repulsão do núcleo pela ponteira; ↓ ao ↑ a taxa de aspiração (flow rate).
O chattering ocorre quando a energia mecânica do ultrassom supera a força de atração da aspiração. Aumentar o fluxo ajuda a manter o fragmento aderido à ponteira.
A facoemulsificação moderna depende do equilíbrio entre energia de ultrassom, vácuo e fluxo de infusão/aspiração. O chattering é um sinal de ineficiência técnica onde a energia dissipada afasta o alvo. O domínio da dinâmica de fluidos permite ao cirurgião otimizar o tempo de ultrassom e proteger o endotélio corneano, ajustando parâmetros para que o núcleo 'grude' na ponteira enquanto é emulsificado.
O chattering é a repulsão ou vibração errática de fragmentos do núcleo do cristalino para longe da ponteira de ultrassom durante a facoemulsificação. Isso ocorre quando a energia mecânica (golpes da ponteira) é maior que a força de sucção que mantém o fragmento no lugar, reduzindo a eficiência da cirurgia e aumentando o risco de trauma tecidual.
A taxa de aspiração (flow rate) é o volume de fluido que sai do olho por unidade de tempo. Ela é responsável por atrair e manter os fragmentos na ponteira (followability). Quando a taxa de aspiração é aumentada, a força de atração sobre o fragmento aumenta, combatendo a tendência de repulsão causada pelo ultrassom, portanto, o chattering é inversamente proporcional à taxa de aspiração.
O vácuo é a pressão negativa que segura o fragmento uma vez que a ponteira está ocluída. A taxa de aspiração é o fluxo de fluido que traz o fragmento até a ponteira. Para reduzir o chattering, o ajuste do fluxo é mais crítico para garantir que o material não escape antes da oclusão completa.
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