Exercício Físico e Diabetes: Limites de Glicemia e Cetose

FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2019

Enunciado

A tendência é que, com a atividade física, a glicose caia e o paciente possa exercitar- se com segurança; deve estar atento, porém à hidratação. Deve-se atentar para o fato de que, posteriormente, esse exercício aumentará a sensibilidade à insulina e poderá favorecer a hipoglicemia tardia. Sendo INCORRETO que

Alternativas

  1. A) Em pessoas com DM1 em privação de insulina por 12 a 48 horas ou que usam dose aquém do necessário (por exemplo, omissão de dose) e apresentam hiperglicemia e cetose, o exercício físico (EF) pode piorar a hiperglicemia, agravando a cetose e a desidratação.
  2. B) São recomendações tradicionais a suspensão do EF se, na presença de cetose, a glicemia estiver acima de 250 mg/dl ou nos casos em que, mesmo na ausência de cetose, a glicemia é superior a 500 mg/dl.
  3. C) No caso, entretanto, dos pacientes bem insulinizados ou que apresentam boa reserva insulínica, naqueles com DM2, especialmente no período pós-prandial, o exercício de intensidade leve a moderada ajudará a diminuir o índice glicêmico.
  4. D) O paciente com DM2 não precisa adiar o EF por causa de hiperglicemia, desde que esteja se sentindo bem, preparado e apto a realizá-lo.

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