SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2021
Sobre a solicitação de exames pré-operatórios é correto afirmar que:
ECG pré-operatório não é rotina; indicado para >50 anos, cirurgia vascular ou comorbidades cardíacas/renais/DM.
A solicitação de exames pré-operatórios deve ser individualizada, baseada na idade do paciente, comorbidades e tipo de cirurgia, e não de forma rotineira para todos. O eletrocardiograma (ECG), por exemplo, é justificado em pacientes com mais de 50 anos ou com fatores de risco cardiovascular, mas não é um exame universal.
A solicitação de exames pré-operatórios é um componente crucial da avaliação pré-anestésica e cirúrgica, visando otimizar as condições do paciente e minimizar riscos. No entanto, a prática atual preconiza uma abordagem individualizada, baseada na idade, comorbidades e tipo de cirurgia, em vez de uma bateria de exames de rotina para todos. O eletrocardiograma (ECG) não é um exame de rotina universal. Sua indicação é justificada em pacientes com mais de 50 anos, naqueles que serão submetidos a cirurgias vasculares, ou em pacientes com histórico de condições como hipertensão, cardiopatia, doença respiratória significativa, disfunção renal e diabetes mellitus. Essas condições aumentam o risco cardiovascular perioperatório, e o ECG pode auxiliar na estratificação de risco e na tomada de decisões clínicas. Outros exames, como coagulograma, glicemia e radiografia de tórax, também seguem indicações específicas, não sendo rotineiros para todos os pacientes. A compreensão dessas diretrizes é fundamental para que residentes e profissionais de saúde realizem uma avaliação pré-operatória eficiente, segura e baseada em evidências, evitando exames desnecessários e focando naqueles que realmente impactam o manejo e o prognóstico do paciente.
O ECG pré-operatório não é rotineiro, mas é indicado para pacientes acima de 50 anos, para aqueles submetidos a cirurgias vasculares, e para pacientes com histórico de hipertensão, cardiopatia, doença respiratória significativa, disfunção renal ou diabetes mellitus, visando identificar riscos cardiovasculares e otimizar o manejo perioperatório.
Exames de coagulação (TP, INR, TTP) não são realizados em todos os pacientes de rotina. São indicados para pacientes com histórico de sangramento anormal, uso de anticoagulantes, doença hepática, ou para cirurgias com alto risco de sangramento, a fim de identificar e corrigir distúrbios de coagulação antes do procedimento.
A glicemia pré-operatória é importante para pacientes diabéticos ou com suspeita de diabetes, pois níveis elevados de glicose aumentam o risco de infecções do sítio cirúrgico. O rastreamento de portadores de Staphylococcus aureus (incluindo MRSA) por swab nasal pode ser considerado em cirurgias de alto risco para guiar medidas de descontaminação e reduzir infecções.
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