UFMA/HU-UFMA - Hospital Universitário da UFMA (MA) — Prova 2020
A assistência pré-natal adequada é fundamental para minimizar os riscos de mortalidade materna e fetal. Faz parte da avaliação laboratorial do primeiro trimestre e devem ser solicitadas na primeira consulta, segundo o Ministério da Saúde, EXCETO:
Rastreamento GBS e sorologia Rubéola NÃO são exames de rotina do 1º trimestre pré-natal.
O rastreamento para Estreptococo do Grupo B (GBS) é realizado no terceiro trimestre (35-37 semanas de gestação), enquanto a sorologia para Rubéola, embora importante, não é uma solicitação obrigatória na primeira consulta, especialmente se a gestante já possui histórico vacinal ou sorologia prévia. Os demais exames são essenciais para avaliação inicial da gestante.
A assistência pré-natal é um pilar da saúde materno-infantil, visando identificar e intervir precocemente em condições que possam afetar a gestante e o feto. A avaliação laboratorial do primeiro trimestre, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, é crucial para o rastreamento de doenças infecciosas, anemias, distúrbios glicêmicos e incompatibilidade sanguínea, impactando diretamente na redução da morbimortalidade. Os exames solicitados na primeira consulta incluem tipagem sanguínea e fator Rh, hemograma completo, glicemia em jejum, e sorologias para sífilis (VDRL/FTA-Abs), HIV, hepatite B (HBsAg) e toxoplasmose (IgG e IgM). Esses testes permitem identificar riscos como anemia, diabetes gestacional, infecções sexualmente transmissíveis e potencial para doença hemolítica do recém-nascido. É fundamental que residentes e profissionais de saúde compreendam a temporalidade e a relevância de cada exame. O rastreamento de Estreptococo do Grupo B (GBS) é classicamente realizado no terceiro trimestre (35-37 semanas), e a sorologia para Rubéola, embora relevante, não é uma solicitação obrigatória na primeira consulta, sendo mais importante a avaliação do status imunológico pré-gestacional.
Na primeira consulta pré-natal, são obrigatórios: tipagem sanguínea com fator Rh, hemograma, glicemia em jejum, sorologias para sífilis, HIV, hepatite B e toxoplasmose, conforme as diretrizes do Ministério da Saúde.
O rastreamento para Estreptococo do Grupo B (GBS) é realizado entre 35 e 37 semanas de gestação, pois a colonização pode ser transitória, e a detecção próxima ao parto é mais relevante para a prevenção da sepse neonatal precoce.
A sorologia para Rubéola é importante para identificar gestantes suscetíveis à infecção, que pode causar Síndrome da Rubéola Congênita. No entanto, não é um exame de rotina obrigatório na primeira consulta, sendo mais relevante o status vacinal pré-gestacional.
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