SMS Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba (PR) — Prova 2024
Qual desses exames NÃO faz parte da rotina de pré-natal:
Colesterol total NÃO faz parte da rotina de exames do pré-natal, ao contrário de hemograma, tipagem sanguínea e sorologias.
O pré-natal visa monitorar a saúde da gestante e do feto, identificando precocemente riscos e condições que possam afetar a gestação. Exames como hemograma, tipagem sanguínea e sorologias para sífilis, HIV, toxoplasmose, hepatites B e C são essenciais, mas o colesterol total não é um exame de rotina.
O acompanhamento pré-natal é fundamental para a saúde materno-fetal, visando identificar e intervir precocemente em condições que possam comprometer a gestação. A rotina de exames laboratoriais é padronizada e inclui avaliações que permitem rastrear anemias, infecções, doenças metabólicas e incompatibilidades sanguíneas. O hemograma, por exemplo, é essencial para diagnosticar e monitorar a anemia ferropriva, comum na gestação. A tipagem sanguínea e o fator Rh são cruciais para prevenir a doença hemolítica do recém-nascido em casos de incompatibilidade Rh. Sorologias para sífilis, HIV, toxoplasmose e hepatites B e C são realizadas para diagnosticar infecções que podem ser transmitidas verticalmente e que necessitam de tratamento específico durante a gravidez para proteger o feto. Em contraste, o colesterol total não faz parte da rotina de exames do pré-natal. Durante a gestação, ocorrem alterações fisiológicas nos níveis de lipídios, que são importantes para o desenvolvimento fetal, e a avaliação rotineira do colesterol não tem impacto direto na conduta da gravidez normal. A prioridade é a detecção de condições que representem risco imediato ou a longo prazo para a mãe e o bebê.
Na primeira consulta, são essenciais: hemograma completo, tipagem sanguínea e fator Rh, glicemia de jejum, sorologias para sífilis (VDRL), HIV, toxoplasmose, hepatite B (HBsAg) e hepatite C (anti-HCV), exame de urina tipo I e urocultura.
O colesterol total não é um exame de rotina no pré-natal porque os níveis lipídicos sofrem alterações fisiológicas significativas durante a gestação, e sua avaliação não é considerada crucial para o manejo da gravidez normal.
A tipagem sanguínea e o fator Rh são cruciais para identificar gestantes Rh negativas, que podem desenvolver isoimunização Rh se o feto for Rh positivo, necessitando de profilaxia com imunoglobulina anti-Rh.
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