HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2021
Os dados obtidos pela anamnese em conjunto com os resultados do exame físico possibilitam a formulação de hipóteses diagnósticas, contando com os exames complementares pertinentes para o diagnóstico nosológico da dor, por meio de exames de imagem, de sangue, do líquido cefalorraquidiano e de estudos eletrofisiológicos.No tocante ao exame de sangue, é CORRETO afirmar:
Exames de sangue na avaliação da dor → detectam disfunções inflamatórias/infecciosas, auxiliando no diagnóstico diferencial.
Exames de sangue são ferramentas auxiliares importantes na investigação da dor, especialmente para identificar processos inflamatórios (como elevação de VHS e PCR) ou infecciosos (como leucocitose no hemograma), que podem ser a causa subjacente da dor.
A avaliação da dor é um processo complexo que envolve uma anamnese detalhada, exame físico minucioso e, frequentemente, o uso de exames complementares. Embora exames de imagem e estudos eletrofisiológicos sejam cruciais para a localização e caracterização da dor, os exames de sangue desempenham um papel importante no diagnóstico diferencial, especialmente para identificar causas sistêmicas. Os exames de sangue são valiosos para detectar disfunções orgânicas, condições inflamatórias, infecciosas ou metabólicas que podem ser a etiologia da dor. Um hemograma pode revelar anemia, leucocitose (sugerindo infecção) ou leucopenia. Marcadores inflamatórios como a Velocidade de Hemossedimentação (VHS) e a Proteína C Reativa (PCR) são úteis para rastrear processos inflamatórios sistêmicos, embora sejam inespecíficos. Outros exames, como função renal (ureia, creatinina), eletrólitos (sódio, potássio), glicemia e enzimas hepáticas, podem ser solicitados conforme a suspeita clínica para avaliar o estado geral do paciente e identificar condições subjacentes que contribuem para a dor. A interpretação desses resultados deve ser sempre contextualizada com os achados clínicos.
Exames como hemograma completo, Velocidade de Hemossedimentação (VHS) e Proteína C Reativa (PCR) são frequentemente solicitados para identificar sinais de inflamação ou infecção sistêmica.
O hemograma pode revelar leucocitose ou leucopenia, indicando processos infecciosos ou inflamatórios, e anemia, que pode ser uma causa subjacente de fadiga e dor crônica.
VHS e PCR são marcadores inespecíficos de inflamação que, quando elevados, sugerem a presença de um processo inflamatório ou infeccioso subjacente que pode estar contribuindo para a dor.
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