Asma Grave: Reconhecimento e Manejo da Crise no PS

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2020

Enunciado

Paciente jovem, asmática, sem comorbidades, chega ao PS com FR maior que 30, bradicardia, usando musculatura respiratória acessória, murmúrio vesicular difusamente diminuído, sem sibilos. História pregressa de entubação orotraqueal. Qual a conduta mais adequada nesse caso?

Alternativas

  1. A) Inalação com beta agonista e brometo de ipatrópio, 3 vezes na primeira hora,corticoide sistêmico e reavaliações para decisão de alta ou internação.
  2. B) Inalação com beta agonista e brometo de ipatrópio, corticoide sistêmico, reavaliação e independente da melhora, manter a paciente no PS, em observação.
  3. C) Proceder à entubação orotraqueal no PS e manter sob ventilação mecânica até a estabilização do quadro, e alta se houver reversão da insuficiência respiratória.
  4. D) Internação: beta agonista, brometo de ipatrópio, corticoide sistêmico, sulfato demagnésio, aminofilina e, se necessário, entubação orotraqueal.
  5. E) Inalação com beta agonista, brometo de ipatrópio, corticoide sistêmico ou oral, se houver melhora, alta e orientação por escrito para tratamento da exacerbação.

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