Exacerbação de DPOC: Manejo e Critérios de Internação

UFPB/HULW - Hospital Universitário Lauro Wanderley - João Pessoa (PB) — Prova 2016

Enunciado

DPOC masculino de 62 anos, sem episódios de descompensação há 12 meses, chega ao PS com dispneia moderada, interrompendo a fala, com febre e expectoração catarral amarelada há 48 horas. Refere uso regular de medicações e VEF1 de 37%. SpO2 em ar ambiente de 88%, com FR = 30 irpm; PA = 120 x 80 mmHg e FC = 92 bpm. Ausculta com sibilância em ambos os hemitórax, difusamente. RX com consolidação e base de hemitórax esquerdo e cúpulas diafragmáticas retificadas. Qual sua conduta?

Alternativas

  1. A) Tratamento ambulatorial com beta-2-agonista + ipratrópio, corticoide inalatório, amoxicilina + clavulanato VO.
  2. B) Internação em UTI com oxigenoterapia e ventilação não invasiva, beta-2-agonista IV, corticoterapia IV, cefepima IV.
  3. C) Internação em enfermaria, oxigenoterapia, corticoide IV, beta-2-agonista e brometo de ipratrópio (nebulização), ceftriaxona + azitromicina.
  4. D) Internação em enfermaria, oxigenoterapia, corticoide IV, beta-2-agonista IV (salbutamol), piperacilina + tazobactam IV.
  5. E) Internação em enfermaria , oxigenoterapia, budesonida inalatória, beta-2-agonista e brometo de ipratrópio (nebulização), levofloxacino IV.

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