Exacerbação de DPOC: Diagnóstico e Manejo Clínico

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2016

Enunciado

Homem de 62 anos, bancário, grande fumante (40 maços/ano), apresenta tosse cheia com secreção esverdeada, astenia e febre (37,5°C) há 5 dias, após episódio gripal (sic), quando passou a apresentar também dispneia (MRCm 3/4). O paciente refere que há 4 meses teve quadro semelhante. Ao exame físico, revela estado geral regular, dispneico (FR = 30 irpm), pletórico com sobrepeso e discreto edema de membros inferiores. À ausculta pulmonar revela roncos difusos e sibilos esparsos, e à ausculta cardíaca apresenta os seguintes resultados: hiperfonese de P2, FC = 110 bpm e PA = 160 x 95 mmHg. O raio X do tórax revela hiperinsuflação pulmonar, aumento do tronco da pulmonar e espessamento das paredes brônquicas. Os resultados da gasometria são: pH = 7,32; PaO₂ = 55 mmHg; PaCO₂ = 45 mmHg. De acordo com esses dados, o diagnóstico para esse caso é:

Alternativas

  1. A) Paciente com exacerbação de sua DPOC, devendo ser prontamente instituído tratamento.
  2. B) Paciente asmático não controlado, apresentando episódio gripal.
  3. C) Paciente com pneumonia da comunidade, provavelmente por germes atípicos.
  4. D) Paciente com DPOC grau leve (tipo A).

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