Exacerbação DPOC: Diagnóstico e Classificação da Gravidade

PSU-GO - Processo Seletivo Unificado de Goiás — Prova 2025

Enunciado

Paciente, 56 anos de idade, feminino, aposentada, queixa de dispneia e tosse produtiva há muito tempo. Relata piora da dispneia e sensação de abafamento torácico há 8 dias e da tosse produtiva (escarro mucoide) há 30 dias. Negou queixas de outros sistemas. Negou antecedente de doença pulmonar pessoal ou familiar. A paciente é tabagista 40a/maço e traz espirometria realizada há 6 meses com laudo de distúrbio ventilatório obstrutivo moderado e prova broncodilatadores negativa. Ao exame físico observou-se murmúrio vesicular diminuído e roncos discretos inspiratórios e expiratórios, ausência de outros achados pertinentes. Sinais vitais: frequência respiratória = 22 ipm, FC = 85 bom, PA = 128/84 mmHg, oximetria de pulso em ar ambiente = 94%. Relata uso tiotrópio e formoterol há 6 meses. Qual é o diagnóstico dessa paciente?

Alternativas

  1. A) DPOC em tratamento, exacerbação leve.
  2. B) DPOC sem tratamento,estável.
  3. C) DPOC em tratamento, exacerbação moderada.
  4. D) DPOC em tratamento, estável.

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