Manejo da Crise de Asma Grave em Pediatria: Conduta Inicial

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Clarice, uma menina de 6 anos com diagnóstico prévio de asma brônquica em tratamento de manutenção, é levada à Unidade de Pronto Atendimento com quadro de tosse intensa e desconforto respiratório há 4 horas. Ao exame físico, a paciente encontra-se agitada, com fala entrecortada (consegue pronunciar apenas palavras isoladas), frequência respiratória de 46 irpm e saturação de oxigênio de 91% em ar ambiente. À ausculta pulmonar, notam-se sibilos inspiratórios e expiratórios difusos, associados a tiragem de fúrcula e subcostal moderada. Após a oferta de oxigênio suplementar para manter saturação acima de 94%, a conduta terapêutica inicial mais adequada para reversão da obstrução ao fluxo aéreo é:

Alternativas

  1. A) Uso isolado de beta-2 agonista de curta ação via spray com espaçador, com reavaliação clínica e da oximetria de pulso após 20 minutos de observação.
  2. B) Administração imediata de sulfato de magnésio intravenoso e solicitação de radiografia de tórax para descartar pneumotórax ou atelectasias.
  3. C) Instituição de aminofilina intravenosa em dose de ataque e manutenção, associada à nebulização com adrenalina para redução do edema de mucosa.
  4. D) Administração de beta-2 agonista de curta ação associado ao brometo de ipratrópio, via spray com espaçador ou nebulização, e corticoide sistêmico precoce.

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